domingo, 12 de outubro de 2008

Feira dos Gorazes 2008

Quem quiser encontrar o programa dos GORAZES 2008 na Internet, pode começar por procurar no sítio da A.C.I.S.M., organizadora do certame. Se não encontrar nada, pode ainda assim dar uma espreitadela no sítio web da Câmara Municipal de Mogadouro. Se mesmo assim não encontrar nada sobre o assunto, só lhe resta tentar o que se pretende o Portal de Mogadouro, em Mogadouro.com. Se não encontrou nada, é pena, não tem outra hipótese senão ficar-se com este panfleto que eu "roubei" no primeiro dia da Feira!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Em Julho

Mogadouro, em Julho de 2008.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

IC5 em risco

O presidente da Câmara de Mogadouro denuncia o que pode ser uma autêntica bomba para os interesses da região. Segundo o autarca, o IC5 pode vir a transformar-se numa simples estrada nacional, perdendo o estatuto de itinerário complementar. Moraes Machado garante ter sido informado pela Estradas de Portugal de que o traçado e a largura da via podem vir a ser corrigidos, devido a restrições financeiras.

O IC5 foi considerado por todos os presidentes de câmara da região como a prioridade ao nível das acessibilidades e foi anunciado pelo Primeiro-Ministro como uma das estradas a concretizar na região, até 2012. A via é fundamental para os concelhos do sul do distrito de Bragança e Moraes Machado diz que com esta denúncia pretende alertar os colegas que podem vir a ser prejudicados com a desvalorização do IC5.

Fonte: RBA

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Vandalismo no castelo de Mogadouro


O castelo de Mogadouro tem sido sistematicamente alvo de actos de vandalismo. Após vários obras da responsabilidade do IGESPAR – o Instituto da Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, que custaram cerca de 150 mil euros o monumento tem sido alvo de diversas acções de destruição de materiais.

Também a zona envolvente do castelo de Mogadouro tem sido afectada, candeeiros derrubados e lampadas partidas são situações comuns. A autarquia diz que a partir de agora vai passar a apresentar queixa de todos os actos de vandalismo à GNR.

Fonte: RBA

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

N.S. do Caminho - Mogadouro


Depois de passar alguns dias em Mogadouro, mais concretamente em Brunhoso, trouxe comigo algumas centenas de fotografias. Durante estes dias não pude dispensar um largo passeio ao Rio Sabor, símbolo da beleza e de pureza e a presença nas festividades de Nossa Senhora do Caminho, que conheço mais por relatos do que pela presença.
Sobre as festas de Nossa Senhora do Caminho, há algumas notas: no que toca às noites de arraial, só estive presente no dia 30, em que actuaram Sérgio Godinho, Vitorinho, Janita Salomé e Tito Paris. Até me dei ao cuidado de explicar aos meus filhos a importância da alguns destes Senhores na música portuguesa, mas o espectáculo foi um fiasco. Talvez por as expectativas serem muitas, achei que estes grandes da música portuguesa se perderam num palco gigantesco, no meio de ritmos, bonitos mas não representativos da sua qualidade e da sua história.
No dia 31, estive na saída da procissão. Parece-me que já não tem a imponência e a participação que se verificava algumas décadas atrás. Há gente que segue os rituais com muita fé e devoção mas, são muitos, muitos mais os espectadores (como eu).
Se houve algo que me surpreendeu, foi a quantidade de feirantes espalhados pelas ruas, durante a maior parte dos dias das festas. O público, esse pareceu-me arredado. Os emigrantes, muitos já regressaram ao trabalho, os residentes, ou sentiram o fresco das noites, ou o peso da recessão de um país que tem poucos motivos para festejar.
Terminado o "Verão", voltamos à rotina do dia a dia. O céu está azul, já cairam as primeiras chuvas. Semeiam-se as nabiças, colher-se-ão as uvas.
A vida segue o seu curso, neste interior cheio de cor e de vida.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Cores de Agosto


Junto à estrada para Remondes.
Ao fundo a Serra de Figueira.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Janela


Janela na Rua do Penedo, em Mogadouro.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Providência cautelar quer travar barragem no rio Sabor

O primeiro-ministro assina hoje ao meio-dia, em Bragança, o contrato de adjudicação do aproveitamento hidroeléctrico do Baixo Sabor. Mas as organizações ambientalistas que integram a Plataforma Sabor Livre (PSL) estragaram-lhe a festa, interpondo uma providência cautelar para impedir a construção do empreendimento.

A Plataforma diz que a obra é ilegal porque a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) que a autoriza já caducou a 15 de Junho. Lembram que a construção da barragem foi autorizada em 2004 por uma DIA que caducou dois anos depois. Esta foi prorrogada pelo secretário de Estado do Ambiente em 30 de Junho de 2006, não incluindo, por razões evidentes, as medidas de compensação exigidas pela Comissão Europeia ao Estado em 2007.

Assim, a PSL considera “inadmissível” que “se autorize uma obra que irá destruir valores naturais insubstituíveis, conforme já foi reconhecido pela Comissão Europeia, sem que estejam definidas, orçamentadas e calendarizadas as medidas de compensação que, aparentemente, justificaram um arquivamento da queixa apresentada pela PSL”.

Cabe agora aos tribunais pronunciar-se sobre a pertinência e fundamento desta iniciativa legal. As organizações ambientalistas da Plataforma dizem que a situação atrás descrita, que está na base da providência cautelar, é a última de uma sequência de “atropelos legais” e “decisões não fundamentadas” no processo do Baixo Sabor.

Uma dessas decisões é o arquivamento, pela Comissão Europeia, da queixa apresentada pela PSL por considerar que a barragem violava disposições comunitárias de protecção e conservação da natureza. Outra medida que suscita críticas é a recusa de “acesso à documentação do processo do Baixo Sabor”. Até agora, acrescenta aquela estrutura, continuam por conhecer-se documentos que “alegadamente” justificam o arquivamento.

Finalmente, a PSL critica o facto de terem sido sistematicamente ignoradas “alternativas com menores impactes” ambientais. E enfatizam a exclusão da barragem do Baixo Sabor da lista de projectos estudados no âmbito do Plano Nacional de Barragens: “Face aos critérios utilizados para seleccionar os dez empreendimentos, teria sido imediatamente rejeitada por afectar directamente a Rede Natura 2000”.

Posições extremadas

A construção de uma barragem no Baixo Sabor começou a ganhar forma em 1994, tendo o ano de 2005 como cenário de construção. Mas a descoberta das gravuras rupestres do Côa obrigou a antecipar datas. Em 2000, era lançado o estudo de impacte ambiental do empreendimento, a realizar perto da foz do rio Sabor.

A discussão pública que se seguiu pôs à luz do dia posições bastante extremadas. A barragem é defendida pelo Governo, pelos autarcas e parte da população, mas as organizações ambientalistas estão contra. Um manifesto assinado por 350 investigadores ligados à área do ambiente opõe-se à construção da barragem.

Para a PSL, o empreendimento afectará habitats e espécies ameaçadas. No quadro da política energética nacional, o Sabor não é uma mais-valia relevante, considera ainda a Plataforma. Além disso, o contributo da barragem para a redução das emissões de gases de efeito de estufa é considerado “irrelevante”.

Os 12 presidentes de câmaras do distrito de Bragança e associações empresariais regionais, por seu lado, subscrevem um manifesto a reivindicar a construção da barragem. O combate à desertificação da região e o impulso “significativo” ao desenvolvimento socioeconómico são os principais argumentos a favor da construção da barragem.

Sabor é um dos últimos rios selvagens de Portugal

A nascente do rio Sabor, ainda como ribeira de montanha, é na serra de Parada, do outro lado da fronteira, a 1600 metros de altitude. Cem quilómetros mais abaixo, desagua no Douro perto de Torre de Moncorvo.

À excepção de uma mini-hídrica, é um curso de água sem presença humana significativa, o que tem levado a que seja considerado como um dos últimos rios selvagens de Portugal. É essa a opinião de José Teixeira, biólogo da Universidade do Porto e um dos defensores da conservação do Baixo Sabor sem barragens.

O que o torna um rio único é a diversidade de habitats e espécies vegetais — 17 só no Baixo Sabor, quatro deles de conservação prioritária. Encontram-se também aqui “os mais extensos e bem conservados azinhais e sobreirais de Trás-os-Montes”. Se acrescentarmos a presença de extensões significativas de videira e oliveira-brava, está completo o quadro de diversidade genética que caracteriza o Baixo Sabor.

Pelo lado da fauna, este ecossistema faz as delícias dos investigadores: águias-de-bonelli, águias-reais, abutres-do-egipto e cegonhas-pretas, mas também lobos, toupeiras-d’água, lontras, gatos-bravos e corços. Não surpreende, por isso, que duas centenas de investigadores tenham subscrito um manifesto público em que defendem a manutenção desta área livre de barragens.

A existência de gravuras rupestres no Baixo Sabor e marcas de ocupação durante a idade do Ferro reforçam a tese de quem se tem batido pela preservação do ecossistema tal como está.

“Aquilo que está em causa no Vale do Sabor é a preservação da história e património natural de Portugal e, de certa forma, do nosso planeta”, remata José Teixeira.

Plano nacional prevê dez novos aproveitamentos

Dez novas barragens, um investimento de dois mil milhões de euros e a criação de sete mil novos empregos: este poderia ser, numa fórmula simplificada, o conteúdo do Plano Nacional de Barragens (PNB) apresentado em Março passado pelo Governo. O horizonte de realização é de sete anos.

O plano prevê dois picos de investimento. O primeiro, a concretizar já no segundo semestre de 2009, permitirá criar quatro mil postos de trabalho. O segundo pico deverá ocorrer entre 2010 e 2011, traduzindo-se em mais 2800 postos de trabalho.

Em termos económicos, o interesse das diferentes barragens é muito variável. Na opinião de Pedro Serra, presidente das Águas de Portugal, o projecto mais atractivo para os investidores será o de Foz Tua. Nas declarações que fez ao PÚBLICO, os projectos do Pinhosão, Girabolhos, Alvito e Almourol são considerados pouco interessantes.

O caso específico do Baixo Sabor divide opiniões. Em Agosto do ano passado, o primeiro-ministro referiu-se-lhe como “a decisão política mais simbólica” da aposta nas energias renováveis e um “projecto verdadeiramente estratégico para o país”. Os ambientalistas da Plataforma Sabor Livre falam dos impactes ambientais irreversíveis e da irrelevância do contributo da barragem do Sabor para o total de potência hidroeléctrica prevista no PNB.

O tempo de execução dos diversos projectos também não é linear. Pedro Serra considera que não existe, neste momento, mercado para ter as dez novas barragens a funcionar. Ou seja, o prazo de realização será forçosamente mais dilatado.

30.06.2008 - 07h11 Carlos Pessoa
Fonte: Esfera - Público

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Azinhoso


Azinhoso é uma das 28 freguesias que pertence ao concelho de Mogadouro, com uma área total de 30,8 km2 e dista cerca de 7 Km da sua sede de concelho.
Azinhoso está descrita como Área Predominantemente Rural, segundo a Tipologia de Áreas Urbanas.
Trata-se de uma freguesia que inclui, para além de Azinhoso, outras duas povoações anexas: Sampaio e Viduedo.
Em termos demográficos esta freguesia possui 378 habitantes, sendo 192 homens e 186 mulheres e uma densidade populacional de 12,3 hab/km2. No ano de 2001 foram registados, nesta freguesia, 2 nados vivos e 12 óbitos.
O seu nome descende da antiga existência de azinheiras, mais conhecidas por carrascos pelas suas gentes.
As actividades económicas que se destacam nesta freguesia são: a agricultura e pecuária, construção civil, comércio e serviços.
Fonte: AMDS