Este é o aspecto dos campos em Mogadouro. A fotografia foi tirada do castelo, no dia 22 de Maio.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
sábado, 24 de maio de 2008
segunda-feira, 12 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Prometida estrada do Rato de Cabrera
Os presidentes dos municípios de Mogadouro e Vimioso mostram-se “mais confiantes” em relação ao futuro da EN-219 que liga Mogadouro a Bragança, com passagem por Vimioso e consequente ligação ao IP4. No entanto Morais Machado, presidente da Câmara de Mogadouro, garante que nunca percebeu o porque das obras de beneficiação de EN-219 no troco que liga Vimioso a Mogadouro terem parado em Algoso.
“Agora aquele lanço de via com cerca de 20 quilómetros que separa Mogadouro de Algoso, já foi defendido como prioritário pelo secretário de Estado das Obras Publicas no contexto das acessibilidades internas do distrito de Bragança,” frisou o autarca. Por seu lado José Rodrigues, autarca de Vimioso, garante mesmo que, o problema do rato de Cabrera está ultrapassado, uma situação que afectou os estudos da ligação de Vimioso ao IP4, com passagem por Outeiro, por ali alegadamente existir uma colónia de um rato tão importante. “ Os técnicos da empresa Estradas de Portugal virão ao local na próxima semana, para fazerem alguns levantamentos, para que na eventualidade se possa dar andamento ao Estuda de Impacto Ambiental,” disse o edil. Para já a hipótese mais provável para um novo traçado Vimioso / Outeiro é que passe junto a Pinelo, sendo esta a melhor solução, não só do ponto de vista económico, mas a que melhor servirá, não só o concelho de Vimioso, mas também os concelhos de Miranda do Douro, Freixo de Espada à Cinta e Mogadouro. De recordar que a EN-219 é um corredor importante para o transporte de doentes que saem dos Serviços de Atendimento Permanente, ainda em funcionamento nos concelhos servidos por aquela via com destino ao Hospital de Bragança.
Fonte: RBA
“Agora aquele lanço de via com cerca de 20 quilómetros que separa Mogadouro de Algoso, já foi defendido como prioritário pelo secretário de Estado das Obras Publicas no contexto das acessibilidades internas do distrito de Bragança,” frisou o autarca. Por seu lado José Rodrigues, autarca de Vimioso, garante mesmo que, o problema do rato de Cabrera está ultrapassado, uma situação que afectou os estudos da ligação de Vimioso ao IP4, com passagem por Outeiro, por ali alegadamente existir uma colónia de um rato tão importante. “ Os técnicos da empresa Estradas de Portugal virão ao local na próxima semana, para fazerem alguns levantamentos, para que na eventualidade se possa dar andamento ao Estuda de Impacto Ambiental,” disse o edil. Para já a hipótese mais provável para um novo traçado Vimioso / Outeiro é que passe junto a Pinelo, sendo esta a melhor solução, não só do ponto de vista económico, mas a que melhor servirá, não só o concelho de Vimioso, mas também os concelhos de Miranda do Douro, Freixo de Espada à Cinta e Mogadouro. De recordar que a EN-219 é um corredor importante para o transporte de doentes que saem dos Serviços de Atendimento Permanente, ainda em funcionamento nos concelhos servidos por aquela via com destino ao Hospital de Bragança.
Fonte: RBA
terça-feira, 6 de maio de 2008
Mais alimentadores para extinção de abutres no Douro
A rede de alimentadores de aves necrófagas existente no Parque Natural do Douro Internacional (PNDI) que abrange os concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta e Figueira de Castelo Rodrigo, vai ser dotada com mais dois novos equipamentos, os três já existentes puderam vir a ser melhorados.
A ideia passa por construir mais alimentadores, em locais onde os agricultores possam depositar as carcaças dos animais que por vários motivos morrem nas suas explorações e ao mesmo tempo manter a comunidades de aves necrófagas existentes no PNDI. Estes equipamentos, são no fundo locais vedados para onde não possam entrar predadores e localizados em pontos estratégicos onde no passado havia o hábito dos pastores e produtores de gado depositarem os animais mortos. Todas as carcaças que ali são depositadas têm obrigatoriamente de passar por controlo veterinário. Devido a este conjunto de restrições, os abutres que nidificam na área do PNDI poderiam correr risco de extinção. Este tipo equipamento vai ajudar a população agrícola dos concelhos a mater as práticas agrícolas em relação ao comprimento da lei. Os alimentadores já existentes estão localizados em Picote, Poiares (local onde está o alimentador de abutres mais antigo do país) e Almofala. Agora a construção de mais dois alimentadores está prevista para zona norte do concelho de Mirada do Douro e nas arribas junto a Bruçó, concelho de Mogadouro. Esta necessidade prendesse com o facto de ameaça que paira sobre o Britango, também conhecido como “Abutre do Egipto” uma espécie de ave necrófaga que se encontra ameaçada e aonde estão contabilizados cerca de 130 casais. Estes espaços foram desenvolvidos em parceria com cada município, mas agora pretende-se chamar a esta parceria de preservação do meio ambiente as associações existentes na área do PNDI.
Fonte: RBA
A ideia passa por construir mais alimentadores, em locais onde os agricultores possam depositar as carcaças dos animais que por vários motivos morrem nas suas explorações e ao mesmo tempo manter a comunidades de aves necrófagas existentes no PNDI. Estes equipamentos, são no fundo locais vedados para onde não possam entrar predadores e localizados em pontos estratégicos onde no passado havia o hábito dos pastores e produtores de gado depositarem os animais mortos. Todas as carcaças que ali são depositadas têm obrigatoriamente de passar por controlo veterinário. Devido a este conjunto de restrições, os abutres que nidificam na área do PNDI poderiam correr risco de extinção. Este tipo equipamento vai ajudar a população agrícola dos concelhos a mater as práticas agrícolas em relação ao comprimento da lei. Os alimentadores já existentes estão localizados em Picote, Poiares (local onde está o alimentador de abutres mais antigo do país) e Almofala. Agora a construção de mais dois alimentadores está prevista para zona norte do concelho de Mirada do Douro e nas arribas junto a Bruçó, concelho de Mogadouro. Esta necessidade prendesse com o facto de ameaça que paira sobre o Britango, também conhecido como “Abutre do Egipto” uma espécie de ave necrófaga que se encontra ameaçada e aonde estão contabilizados cerca de 130 casais. Estes espaços foram desenvolvidos em parceria com cada município, mas agora pretende-se chamar a esta parceria de preservação do meio ambiente as associações existentes na área do PNDI.
Fonte: RBA
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Chegaram os cogumelos de Primavera
Pantorra é a espécie mais apetecida nesta época do ano, mas difícil de encontrar
A época de Outono não é a única estação do ano rica em cogumelos silvestres. Os meses de Abril e Maio são ideias para procurar estes fungos, únicos do ponto de vista gastronómico e medicinal.
Nesta época, no Planalto Mirandês e no Vale do Sabor nascem e crescem as Pantorras (Morchella Esculenta) que para alguns especialistas são considerados um dos três melhores cogumelos que se conhecem, só superados pela Trufa.
A Pantorra é muito apreciada em várias regiões do País e a restauração começa a incluir este fungo nos seus cardápios, já que liga bem com pratos de carne ou peixe. O petisco pode mesmo ser saboreado sem qualquer outro acompanhamento.
A forma do seu chapéu faz lembrar favos de mel. Com uma cor castanha e pé branco, estes cogumelos podem ser encontrados em zona húmidas próximas dos cursos de água, junto a eucaliptos ou outras árvores em sítios ricos em húmus.
Segundo Eliseu Amaro, chefe de cozinha e apreciador de cogumelos, “a Pantorra tem um sabor intenso pelo que pode ser incluída na chamada cozinha de elite, porque o seu paladar fica retido na memória gustativa durante algum tempo”.
Quem procura Pantorras certamente não será para vender
Na região trasmontana este cogumelo ainda se encontra com alguma facilidade, mas é preciso conhecer bem os locais onde se desenvolve. Quem procura Pantorras certamente não será para vender, dado tratar-se de “um autêntico manjar dos Deuses”.
Quando colocados frescos no mercado, cada quilo (que poderá corresponder de 40 a 50 fungos) pode rondar os 100 euros, mas há quem pague mais só para apreciar esta iguaria. “A sua ‘carne’ branca e a consistência esponjosa apresenta um sabor suave, sendo de alta qualidade”, explica o cozinheiro.
Por isso, todos os anos, por altura da Primavera, as pessoas partem à descoberta destes fungos, em que a humidade dos solos e o calor são factor determinante no seu aparecimento.
“Este ano não está correr bem. Se já as Pantorras são raras, com a falta de chuva é preciso procurar bem e revirar com cuidado os locais que no passado foram bons na apanha”, alega Eliseu Amaro.
Apesar da procura de cogumelos com um objectivo comercial, quem procura um fungo deste tipo fá-lo por gosto.
"O prazer de encontrar duas ou três Pantorras deixa entusiasmados os apreciadores” garante o profissional.
Por: Francisco Pinto
Visto em: Jornal Nordeste
A época de Outono não é a única estação do ano rica em cogumelos silvestres. Os meses de Abril e Maio são ideias para procurar estes fungos, únicos do ponto de vista gastronómico e medicinal.
Nesta época, no Planalto Mirandês e no Vale do Sabor nascem e crescem as Pantorras (Morchella Esculenta) que para alguns especialistas são considerados um dos três melhores cogumelos que se conhecem, só superados pela Trufa.
A Pantorra é muito apreciada em várias regiões do País e a restauração começa a incluir este fungo nos seus cardápios, já que liga bem com pratos de carne ou peixe. O petisco pode mesmo ser saboreado sem qualquer outro acompanhamento.
A forma do seu chapéu faz lembrar favos de mel. Com uma cor castanha e pé branco, estes cogumelos podem ser encontrados em zona húmidas próximas dos cursos de água, junto a eucaliptos ou outras árvores em sítios ricos em húmus.
Segundo Eliseu Amaro, chefe de cozinha e apreciador de cogumelos, “a Pantorra tem um sabor intenso pelo que pode ser incluída na chamada cozinha de elite, porque o seu paladar fica retido na memória gustativa durante algum tempo”.
Quem procura Pantorras certamente não será para vender
Na região trasmontana este cogumelo ainda se encontra com alguma facilidade, mas é preciso conhecer bem os locais onde se desenvolve. Quem procura Pantorras certamente não será para vender, dado tratar-se de “um autêntico manjar dos Deuses”.
Quando colocados frescos no mercado, cada quilo (que poderá corresponder de 40 a 50 fungos) pode rondar os 100 euros, mas há quem pague mais só para apreciar esta iguaria. “A sua ‘carne’ branca e a consistência esponjosa apresenta um sabor suave, sendo de alta qualidade”, explica o cozinheiro.
Por isso, todos os anos, por altura da Primavera, as pessoas partem à descoberta destes fungos, em que a humidade dos solos e o calor são factor determinante no seu aparecimento.
“Este ano não está correr bem. Se já as Pantorras são raras, com a falta de chuva é preciso procurar bem e revirar com cuidado os locais que no passado foram bons na apanha”, alega Eliseu Amaro.
Apesar da procura de cogumelos com um objectivo comercial, quem procura um fungo deste tipo fá-lo por gosto.
"O prazer de encontrar duas ou três Pantorras deixa entusiasmados os apreciadores” garante o profissional.
Por: Francisco Pinto
Visto em: Jornal Nordeste
sábado, 5 de abril de 2008
Homem encontrado carbonizado
Foi encontrado um corpo carbonizado junto da ponte de Remontes, no rio Sabor. O corpo encontrado é de um empresário, na casa dos 60 anos, residente em Mogadouro. Tinha sido dado um alerta às autoridades, esta quinta-feira, depois do jantar, no entanto o homem acabou pr ser encontrado sem vida, sexta-feira de madrugada, por um familiar.
Para já, está afastada a hipótese de homicídio, mas ainda se desconhecem as causas desta morte. O caso já está nas mãos da Polícia Judiciária.
Visto em: RBA
Para já, está afastada a hipótese de homicídio, mas ainda se desconhecem as causas desta morte. O caso já está nas mãos da Polícia Judiciária.
Visto em: RBA
segunda-feira, 31 de março de 2008
UTAD investiga em Mogadouro
O município de Mogadouro e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) assinaram um protocolo com vista ao desenvolvimento de um projecto de investigação na área dos recursos naturais e semi- naturais. Ao mesmo tempo os técnicos das UTAD analisaram os ciclos agro-ecológicos do pão, dos enchidos, do azeite, do vinho, da carne e do leite.
O levantamento geológico da região será outro dos trabalhos a efectuar pelos técnicos universitários. No final do trabalho que tem uma duração prevista de 14 meses serão elaborados sete documentários com a duração de 30 minutos cada um, com os conteúdos dos ciclos agro-ecológicos bem como um guia de campo dos recursos naturais. Todo o material recolhido será depois colocados à disposição dos interessados no futuro Centro Interpretativo de Mogadouro, a instalar no antigo edifício do Banco Pinto e Souto Mayor, que a autarquia adquiriu para o efeito e localizado em pleno centro urbano da vila. Todo o levantamento está orçado em cerca de 51 mil euros.
Visto em: RBA
O levantamento geológico da região será outro dos trabalhos a efectuar pelos técnicos universitários. No final do trabalho que tem uma duração prevista de 14 meses serão elaborados sete documentários com a duração de 30 minutos cada um, com os conteúdos dos ciclos agro-ecológicos bem como um guia de campo dos recursos naturais. Todo o material recolhido será depois colocados à disposição dos interessados no futuro Centro Interpretativo de Mogadouro, a instalar no antigo edifício do Banco Pinto e Souto Mayor, que a autarquia adquiriu para o efeito e localizado em pleno centro urbano da vila. Todo o levantamento está orçado em cerca de 51 mil euros.
Visto em: RBA
quarta-feira, 26 de março de 2008
Primavera no Sabor
A Primavera já chegou ao Rio Sabor. Aqui vemos uma flor de esteva, uma das primeiras, a servir de alimento a um voraz insecto. Ao fundo as águas do Rio Sabor correm indiferentes às polémicas que sobre elas se levantam.
terça-feira, 25 de março de 2008
Populares de Bemposta admitem milícia para combater assaltos
Já se fala em milícias populares e já há quem faça esperas. Há um ambiente de grande preocupação com os assaltos na freguesia de Bemposta, no concelho de Mogadouro. Nas últimas semanas, uma série de furtos varreu casas comerciais e habitações particulares.
Os larápios não são apanhados e já têm aparecido objectos furtados no tribunal de Zamora, em Espanha. Bemposta e a anexa, Cardal do Douro, estão situadas numa zona de fronteira com o país vizinho. Os populares queixam-se do desaparecimento de combustíveis, tabaco, peças de máquinas, dinheiro e diversos bens. Já foram apresentadas queixa em tribunal e a GNR está a investigar alguns destes casos, mas ainda assim, é perceptível um sentimento de forte preocupação nos habitantes locais face a uma onda de assaltos, sem qualquer tipo de punição para os culpados.
Visto em: RBA
Os larápios não são apanhados e já têm aparecido objectos furtados no tribunal de Zamora, em Espanha. Bemposta e a anexa, Cardal do Douro, estão situadas numa zona de fronteira com o país vizinho. Os populares queixam-se do desaparecimento de combustíveis, tabaco, peças de máquinas, dinheiro e diversos bens. Já foram apresentadas queixa em tribunal e a GNR está a investigar alguns destes casos, mas ainda assim, é perceptível um sentimento de forte preocupação nos habitantes locais face a uma onda de assaltos, sem qualquer tipo de punição para os culpados.
Visto em: RBA
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