Pantorra é a espécie mais apetecida nesta época do ano, mas difícil de encontrar
A época de Outono não é a única estação do ano rica em cogumelos silvestres. Os meses de Abril e Maio são ideias para procurar estes fungos, únicos do ponto de vista gastronómico e medicinal.
Nesta época, no Planalto Mirandês e no Vale do Sabor nascem e crescem as Pantorras (Morchella Esculenta) que para alguns especialistas são considerados um dos três melhores cogumelos que se conhecem, só superados pela Trufa.
A Pantorra é muito apreciada em várias regiões do País e a restauração começa a incluir este fungo nos seus cardápios, já que liga bem com pratos de carne ou peixe. O petisco pode mesmo ser saboreado sem qualquer outro acompanhamento.
A forma do seu chapéu faz lembrar favos de mel. Com uma cor castanha e pé branco, estes cogumelos podem ser encontrados em zona húmidas próximas dos cursos de água, junto a eucaliptos ou outras árvores em sítios ricos em húmus.
Segundo Eliseu Amaro, chefe de cozinha e apreciador de cogumelos, “a Pantorra tem um sabor intenso pelo que pode ser incluída na chamada cozinha de elite, porque o seu paladar fica retido na memória gustativa durante algum tempo”.
Quem procura Pantorras certamente não será para vender
Na região trasmontana este cogumelo ainda se encontra com alguma facilidade, mas é preciso conhecer bem os locais onde se desenvolve. Quem procura Pantorras certamente não será para vender, dado tratar-se de “um autêntico manjar dos Deuses”.
Quando colocados frescos no mercado, cada quilo (que poderá corresponder de 40 a 50 fungos) pode rondar os 100 euros, mas há quem pague mais só para apreciar esta iguaria. “A sua ‘carne’ branca e a consistência esponjosa apresenta um sabor suave, sendo de alta qualidade”, explica o cozinheiro.
Por isso, todos os anos, por altura da Primavera, as pessoas partem à descoberta destes fungos, em que a humidade dos solos e o calor são factor determinante no seu aparecimento.
“Este ano não está correr bem. Se já as Pantorras são raras, com a falta de chuva é preciso procurar bem e revirar com cuidado os locais que no passado foram bons na apanha”, alega Eliseu Amaro.
Apesar da procura de cogumelos com um objectivo comercial, quem procura um fungo deste tipo fá-lo por gosto.
"O prazer de encontrar duas ou três Pantorras deixa entusiasmados os apreciadores” garante o profissional.
Por: Francisco Pinto
Visto em: Jornal Nordeste
quinta-feira, 10 de abril de 2008
sábado, 5 de abril de 2008
Homem encontrado carbonizado
Foi encontrado um corpo carbonizado junto da ponte de Remontes, no rio Sabor. O corpo encontrado é de um empresário, na casa dos 60 anos, residente em Mogadouro. Tinha sido dado um alerta às autoridades, esta quinta-feira, depois do jantar, no entanto o homem acabou pr ser encontrado sem vida, sexta-feira de madrugada, por um familiar.
Para já, está afastada a hipótese de homicídio, mas ainda se desconhecem as causas desta morte. O caso já está nas mãos da Polícia Judiciária.
Visto em: RBA
Para já, está afastada a hipótese de homicídio, mas ainda se desconhecem as causas desta morte. O caso já está nas mãos da Polícia Judiciária.
Visto em: RBA
segunda-feira, 31 de março de 2008
UTAD investiga em Mogadouro
O município de Mogadouro e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) assinaram um protocolo com vista ao desenvolvimento de um projecto de investigação na área dos recursos naturais e semi- naturais. Ao mesmo tempo os técnicos das UTAD analisaram os ciclos agro-ecológicos do pão, dos enchidos, do azeite, do vinho, da carne e do leite.
O levantamento geológico da região será outro dos trabalhos a efectuar pelos técnicos universitários. No final do trabalho que tem uma duração prevista de 14 meses serão elaborados sete documentários com a duração de 30 minutos cada um, com os conteúdos dos ciclos agro-ecológicos bem como um guia de campo dos recursos naturais. Todo o material recolhido será depois colocados à disposição dos interessados no futuro Centro Interpretativo de Mogadouro, a instalar no antigo edifício do Banco Pinto e Souto Mayor, que a autarquia adquiriu para o efeito e localizado em pleno centro urbano da vila. Todo o levantamento está orçado em cerca de 51 mil euros.
Visto em: RBA
O levantamento geológico da região será outro dos trabalhos a efectuar pelos técnicos universitários. No final do trabalho que tem uma duração prevista de 14 meses serão elaborados sete documentários com a duração de 30 minutos cada um, com os conteúdos dos ciclos agro-ecológicos bem como um guia de campo dos recursos naturais. Todo o material recolhido será depois colocados à disposição dos interessados no futuro Centro Interpretativo de Mogadouro, a instalar no antigo edifício do Banco Pinto e Souto Mayor, que a autarquia adquiriu para o efeito e localizado em pleno centro urbano da vila. Todo o levantamento está orçado em cerca de 51 mil euros.
Visto em: RBA
quarta-feira, 26 de março de 2008
Primavera no Sabor
A Primavera já chegou ao Rio Sabor. Aqui vemos uma flor de esteva, uma das primeiras, a servir de alimento a um voraz insecto. Ao fundo as águas do Rio Sabor correm indiferentes às polémicas que sobre elas se levantam.
terça-feira, 25 de março de 2008
Populares de Bemposta admitem milícia para combater assaltos
Já se fala em milícias populares e já há quem faça esperas. Há um ambiente de grande preocupação com os assaltos na freguesia de Bemposta, no concelho de Mogadouro. Nas últimas semanas, uma série de furtos varreu casas comerciais e habitações particulares.
Os larápios não são apanhados e já têm aparecido objectos furtados no tribunal de Zamora, em Espanha. Bemposta e a anexa, Cardal do Douro, estão situadas numa zona de fronteira com o país vizinho. Os populares queixam-se do desaparecimento de combustíveis, tabaco, peças de máquinas, dinheiro e diversos bens. Já foram apresentadas queixa em tribunal e a GNR está a investigar alguns destes casos, mas ainda assim, é perceptível um sentimento de forte preocupação nos habitantes locais face a uma onda de assaltos, sem qualquer tipo de punição para os culpados.
Visto em: RBA
Os larápios não são apanhados e já têm aparecido objectos furtados no tribunal de Zamora, em Espanha. Bemposta e a anexa, Cardal do Douro, estão situadas numa zona de fronteira com o país vizinho. Os populares queixam-se do desaparecimento de combustíveis, tabaco, peças de máquinas, dinheiro e diversos bens. Já foram apresentadas queixa em tribunal e a GNR está a investigar alguns destes casos, mas ainda assim, é perceptível um sentimento de forte preocupação nos habitantes locais face a uma onda de assaltos, sem qualquer tipo de punição para os culpados.
Visto em: RBA
domingo, 23 de março de 2008
sábado, 15 de março de 2008
Pombal, em Sampaio

Sampaio é um lugar que pertence à freguesia de Azinhoso. Estive pela primeira vez em Sampaio no dia 24 de Dezembro de 2007, dia em que tirei esta fotografia. Este pombal encontra-se à esquerda, logo que se chega à aldeia.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Mogadouro valoriza floresta
Projecto contempla a limpeza da floresta e de caminhos e a criação de pontos de água
O município de Mogadouro está a limpar e desmatar 5.000 hectares de floresta em Castelo Branco. Trata-se de uma mancha florestal sensível e com importância económica, que dá grandes preocupações aos bombeiros e autarcas.
A construção de pontos de água para o abastecimento de meios aéreos e veículos de combates a incêndios florestais é outra das preocupações.
O projecto, que se encontra em fase avançada de execução, visa diminuir o risco e a probabilidade de ocorrência de incêndios florestais no concelho de Mogadouro, através de um conjunto de acções que vão reduzir o risco de combustão e de progressão dos fogos florestais.
Os trabalhos abrangem uma importante mancha florestal, que corresponde a cerca de um quarto da área total do concelho. Ao todo são abrangidas cinco freguesias, designadamente Bruçó, Castelo Branco, Meirinhos, Vale de Porco, Vilar do Rei e Vilarinho dos Galegos.
A maioria destas áreas está inserida no Parque Natural do Douro Internacional. Além disso, uma grande parte da área de intervenção apresenta povoamentos florestais adultos, que rondam os 40 anos de vida e nunca foram alvo de qualquer limpeza, no sentido de diminuir a carga de combustível. Existem, ainda, grandes áreas de mato em consequência do abandono agrícola.
A par da limpeza, também está em curso a abertura e limpeza de estradões florestais e caminhos secundários, num total de cerca de 77 quilómetros.
Acções envolvem uma mancha florestal que abrange cinco freguesias
Deste projecto destaca-se, ainda, a construção de dois pontos de água, visto que os existentes não têm a densidade de referência, ou seja 600 metros cúbicos por cada mil hectares. Os recursos já existentes foram limpos e os acessos facilitados.
Para além desta intervenção, executada por homens e máquinas da autarquia, serão ainda levadas a cabo acções de silvicultura preventiva, com a criação de faixas de gestão de combustível, que serão desenvolvidas de forma a permitir uma compartimentação da área de incidência.
Segundo o vereador da Câmara Municipal de Mogadouro, Dário Mendes, esta acção resulta de uma candidatura à medida AGRIS, do Ministério da Agricultura, no valor de 320 mil euros.
Os trabalhos terão de estar terminados até ao próximo mês de Junho, antes da chegada da “época crítica” de incêndios.
Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-03-14
Visto em: Diário de Trás-os-Montes
O município de Mogadouro está a limpar e desmatar 5.000 hectares de floresta em Castelo Branco. Trata-se de uma mancha florestal sensível e com importância económica, que dá grandes preocupações aos bombeiros e autarcas.
A construção de pontos de água para o abastecimento de meios aéreos e veículos de combates a incêndios florestais é outra das preocupações.
O projecto, que se encontra em fase avançada de execução, visa diminuir o risco e a probabilidade de ocorrência de incêndios florestais no concelho de Mogadouro, através de um conjunto de acções que vão reduzir o risco de combustão e de progressão dos fogos florestais.
Os trabalhos abrangem uma importante mancha florestal, que corresponde a cerca de um quarto da área total do concelho. Ao todo são abrangidas cinco freguesias, designadamente Bruçó, Castelo Branco, Meirinhos, Vale de Porco, Vilar do Rei e Vilarinho dos Galegos.
A maioria destas áreas está inserida no Parque Natural do Douro Internacional. Além disso, uma grande parte da área de intervenção apresenta povoamentos florestais adultos, que rondam os 40 anos de vida e nunca foram alvo de qualquer limpeza, no sentido de diminuir a carga de combustível. Existem, ainda, grandes áreas de mato em consequência do abandono agrícola.
A par da limpeza, também está em curso a abertura e limpeza de estradões florestais e caminhos secundários, num total de cerca de 77 quilómetros.
Acções envolvem uma mancha florestal que abrange cinco freguesias
Deste projecto destaca-se, ainda, a construção de dois pontos de água, visto que os existentes não têm a densidade de referência, ou seja 600 metros cúbicos por cada mil hectares. Os recursos já existentes foram limpos e os acessos facilitados.
Para além desta intervenção, executada por homens e máquinas da autarquia, serão ainda levadas a cabo acções de silvicultura preventiva, com a criação de faixas de gestão de combustível, que serão desenvolvidas de forma a permitir uma compartimentação da área de incidência.
Segundo o vereador da Câmara Municipal de Mogadouro, Dário Mendes, esta acção resulta de uma candidatura à medida AGRIS, do Ministério da Agricultura, no valor de 320 mil euros.
Os trabalhos terão de estar terminados até ao próximo mês de Junho, antes da chegada da “época crítica” de incêndios.
Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-03-14
Visto em: Diário de Trás-os-Montes
quinta-feira, 13 de março de 2008
Amendoeiras para atrair turistas - Governo apoia plantação de amendoal
A Associação Ibérica de Produtores de Amêndoa, com sede em Mogadouro, promoveu, no passado fim-de-semana, um seminário subordinado ao tema «Amendoeiras – Importância e Oportunidades para o Futuro».
A acção, que decorreu na Casa da Cultura daquela vila, realizou-se numa altura em que o Estado pretende apoiar a plantação de seis mil hectares de amendoal até 2013.
Na opinião das associações de produtores de amêndoa, esta é “a altura certa para apostar nesta cultura, com variedades auto -férteis, de floração tardia e mais produtivas e nos porta – enxertos GF677 e GXN15, que produzem até uma altitude de mil metros”.
No entanto, a expansão do amendoal na região de Trás-os-Montes e Beira Alta começa a ser feita com o apoio autárquico, perspectivando-se que sete municípios dos distritos de Bragança e Guarda entrem no processo.
Segundo o dirigente da Associação Amigos da Amendoeira, Joaquim Grácio, as ajudas podem chegar aos 500 euros por hectare. “Se com a ajuda das autarquias ao plantio as coisas começam a dar frutos, o mesmo já não se pode dizer em relação à atitude de alguns produtores, que introduzem amêndoa amarga no meio da doce, prejudicando a sua comercialização. Caso não haja cuidado poder ver-se desaparecer a amêndoa tradicional”, alertou Joaquim Grácio.
A par da aposta na flor das amendoeiras para atrair turistas, também é preciso produzir com qualidade
Na apanha deste fruto terá de haver o cuidado de não se juntar a amêndoa gerada na copa da árvore com aquela que nasce nos rebentos inferiores do tronco, uma situação que acontece, por norma, quando as árvores não são podadas.
No entanto, o responsável mostra-se satisfeito com o rumo que a cultura do amendoal começa a ter na região no Alto Douro, mas salienta que é preciso fazer mais.
“O valor turístico da amendoeira é importante, visto que nesta altura do ano atrai muita gente à região do Douro Superior e à Beira Alta, mas é preciso ter em conta que é em meados de Abril que os agricultores começam a fazer contas à produção”, salientou o Joaquim Grácio, e acrescentou: “é preciso ter em conta as perspectivas de produção de amêndoa no País. Se há preocupação com a flor da amendoeira, também é importante ter em conta o complemento económico do agricultor”.
Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-03-13
Visto em: Diário de Trás-os-Montes
A acção, que decorreu na Casa da Cultura daquela vila, realizou-se numa altura em que o Estado pretende apoiar a plantação de seis mil hectares de amendoal até 2013.
Na opinião das associações de produtores de amêndoa, esta é “a altura certa para apostar nesta cultura, com variedades auto -férteis, de floração tardia e mais produtivas e nos porta – enxertos GF677 e GXN15, que produzem até uma altitude de mil metros”.
No entanto, a expansão do amendoal na região de Trás-os-Montes e Beira Alta começa a ser feita com o apoio autárquico, perspectivando-se que sete municípios dos distritos de Bragança e Guarda entrem no processo.
Segundo o dirigente da Associação Amigos da Amendoeira, Joaquim Grácio, as ajudas podem chegar aos 500 euros por hectare. “Se com a ajuda das autarquias ao plantio as coisas começam a dar frutos, o mesmo já não se pode dizer em relação à atitude de alguns produtores, que introduzem amêndoa amarga no meio da doce, prejudicando a sua comercialização. Caso não haja cuidado poder ver-se desaparecer a amêndoa tradicional”, alertou Joaquim Grácio.
A par da aposta na flor das amendoeiras para atrair turistas, também é preciso produzir com qualidade
Na apanha deste fruto terá de haver o cuidado de não se juntar a amêndoa gerada na copa da árvore com aquela que nasce nos rebentos inferiores do tronco, uma situação que acontece, por norma, quando as árvores não são podadas.
No entanto, o responsável mostra-se satisfeito com o rumo que a cultura do amendoal começa a ter na região no Alto Douro, mas salienta que é preciso fazer mais.
“O valor turístico da amendoeira é importante, visto que nesta altura do ano atrai muita gente à região do Douro Superior e à Beira Alta, mas é preciso ter em conta que é em meados de Abril que os agricultores começam a fazer contas à produção”, salientou o Joaquim Grácio, e acrescentou: “é preciso ter em conta as perspectivas de produção de amêndoa no País. Se há preocupação com a flor da amendoeira, também é importante ter em conta o complemento económico do agricultor”.
Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-03-13
Visto em: Diário de Trás-os-Montes
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
70 pessoas reúnem-se todas as terças-feiras para praticarem danças de salão
As terças-feiras à noite começam a ter um gosto especial para os cerca de 70 praticantes de dança de salão que, actualmente, dão asas à sua criatividade na Escola de Dança de Mogadouro.
Recorde-se que esta iniciativa resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Mogadouro (CMM) e escola PED – Populum Danças de Salão, com sede em Braga, sendo que a autarquia suporta cerca de 50 por cento dos custos.
Quando a música arranca, os pares começam a formar-se e todos se concentram num ritmo que é compassado pelos gestos do monitor que orienta o ensaio.
Em Mogadouro, o gosto pelas danças de salão começou há cerca de dois anos pela mão de um grupo de duas dezenas de pessoas e com um “empurrão” da CMM que arranjou o professor.
“Estamos a tentar não aceitar mais pessoas, porque o espaço começa a ser pequeno. No entanto, já há a promessa por parte do município em ceder um espaço maior na futura Casa das Artes”, explicou uma das mentora da iniciativa, Zita França.
Concelhos vizinhos já manifestaram vontade de integrarem a Escola de Dança de Mogadouro
Actualmente, já há pessoas de concelhos vizinhos, como Miranda do Douro e Vimioso, que demonstraram vontade em se juntar ao grupo de dança. “Há bastantes pessoas com vontade de dançar de forma social, sendo que as senhoras procuram mais as danças de salão como forma de ocupar os tempos livres, enquanto que os homens ainda demonstram alguma resistência por pensarem que isto é coisa de mulheres”, salientou Zita França.
Os praticantes deste tipo de dança orgulham-se de fazerem parte de uma das maiores escolas de dança de salão da Europa, virada para o aspecto social e de diversão.
No entanto, algumas pessoas não descartam a ideia de um dia participarem num campeonato de danças de salão, vestidos a rigor, ao som de um qualquer ritmo musical.
Recorde-se que as danças de salão são praticadas por vários escalões etários, sendo que, em Mogadouro, as idades dos alunos vão dos 10 aos 75 anos.
Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-02-26
Visto em : Diário de Trás-os-Montes
Recorde-se que esta iniciativa resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Mogadouro (CMM) e escola PED – Populum Danças de Salão, com sede em Braga, sendo que a autarquia suporta cerca de 50 por cento dos custos.
Quando a música arranca, os pares começam a formar-se e todos se concentram num ritmo que é compassado pelos gestos do monitor que orienta o ensaio.
Em Mogadouro, o gosto pelas danças de salão começou há cerca de dois anos pela mão de um grupo de duas dezenas de pessoas e com um “empurrão” da CMM que arranjou o professor.
“Estamos a tentar não aceitar mais pessoas, porque o espaço começa a ser pequeno. No entanto, já há a promessa por parte do município em ceder um espaço maior na futura Casa das Artes”, explicou uma das mentora da iniciativa, Zita França.
Concelhos vizinhos já manifestaram vontade de integrarem a Escola de Dança de Mogadouro
Actualmente, já há pessoas de concelhos vizinhos, como Miranda do Douro e Vimioso, que demonstraram vontade em se juntar ao grupo de dança. “Há bastantes pessoas com vontade de dançar de forma social, sendo que as senhoras procuram mais as danças de salão como forma de ocupar os tempos livres, enquanto que os homens ainda demonstram alguma resistência por pensarem que isto é coisa de mulheres”, salientou Zita França.
Os praticantes deste tipo de dança orgulham-se de fazerem parte de uma das maiores escolas de dança de salão da Europa, virada para o aspecto social e de diversão.
No entanto, algumas pessoas não descartam a ideia de um dia participarem num campeonato de danças de salão, vestidos a rigor, ao som de um qualquer ritmo musical.
Recorde-se que as danças de salão são praticadas por vários escalões etários, sendo que, em Mogadouro, as idades dos alunos vão dos 10 aos 75 anos.
Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-02-26
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