As casas dos magistrados, em plena malha urbana da vila de Mogadouro, vão passar para a alçada do Câmara para, nos dois imóveis, ser instalado o novo Arquivo Municipal.
" Há já cinco anos que a Autarquia lutava pela aquisição dos imóveis, com a finalidade de adaptá-las de forma a ali colocar o acervo municipal do concelho", disse Morais Machado, presidente da Câmara de Mogadouro.
Recorde-se que os arquivos municipais já foram, por duas vezes, pasto da chamas, em 1885 e 1927, mas agora, diz o autarca, "não se pode correr esse risco".
Actualmente, o arquivo municipal está instalado no edifício da Câmara, mas "em condições muito precárias". "O Executivo entende que um edifício construído de raiz seria muito dispendioso e nem a autarquia teria disponibilidade financeira para o efeito. Assim, como os edifícios estão em terrenos municipais, chegou-se a acordo com o Ministério da Justiça, para o seu aproveitamento", explicou o autarca.
As casas do magistrados foram avaliadas em cerca de 185 mil euros, mas uma vez que foram dadas graciosamento pelo Estado, o Executivo decidiu reverter essa verba para obras de conservação no Palácio da Justiça ao longo dos próximos 10 anos.
Francisco Pinto in JN, 2008-02-16
Visto em: Diário de Trás-dos-Montes
domingo, 17 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Rio Sabor - Incoerência de discurso!

Quando procurava alguma informação sobre Mogadouro, na Internet, deparei-me com o seguinte texto:
Rio Sabor
É considerado como o último dos “rios selvagens” de Portugal. O Vale do Rio Sabor é um espaço natural valioso, de Portugal e do conjunto da Península Ibérica, classificado na Rede Natura 2000. Possui uma área declarada como zona de especial de protecção das aves Zepa.
O Sabor possui um valor ecológico único e insubstituível. Nesta área existe uma vegetação de características ímpares, onde se destacam, as particulares comunidades associadas ao leito das cheias. No Vale do Sabor, surgem também os mais extensos e bem conservados azinhais e sobreirais de Trás-os-Montes, e a presença de substratos calcários e ultrabásicos permite a ocorrência de um elevado número de endemismos.
Pensei estar na página da Plataforma Sabor Livre, mas o meu espanto surgiu quando verifiquei que a página é da AMDS - Associação de Municípios do Douro Superior!
Esta visão do Rio não é a que tenho visto defender pelos autarca que integram esta Associação! Então em que ficamos?
"O Sabor possui um valor ecológico único e insubstituível", ou depende do preço?
Autarquias criam órgão para QREN
Os concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa, em parceria com os «ayuntamientos» espanhóis da área ribeirinha do Douro Internacional, criaram o Douro - Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT). Este organismo, sediado na vila espanhola de Travanca, visa a candidatura conjunta de projectos ao Quadro de Referencia de Estratégia Nacional (QREN).
«Numa altura em que a maioria das autarquias trabalha na concepção de projecto para apresentar ao QREN, deixou de ser viável que sejam apresentados por um município ou território individualmente, tornando-se mais eficaz apresentar projecto comuns», explicou Morais Machado da Associação de Municípios do Douro Superior, citado pelo ao Jornal de Notícias.
Morais Machado referiu que os projectos «entrosados», a apresentar em Junho, focam a saúde e serviços sociais, ambiente e desenvolvimento sustentável, turismo, agricultura, transportes e desenvolvimento económico, entre outros. «No AECT-Douro será possível apresentar projectos que absorvam o correspondente a 2.52% do valor global do QREN». acrescentou.
Contudo, o presidente do município de Miranda do Douro, Manuel Rodrigo, considera « que vai ser praticamente impossível as nossas Juntas de Freguesia apresentarem projectos, por não terem poder económico para fazer face aos 25% que são necessários para avançar como as iniciativas, já que nos projecto transfronteiriços tem de se andar com o dinheiro à frente, ou seja, são pagos contra recibo e não contra factura».
2008-02-14
Visto em: IGov
«Numa altura em que a maioria das autarquias trabalha na concepção de projecto para apresentar ao QREN, deixou de ser viável que sejam apresentados por um município ou território individualmente, tornando-se mais eficaz apresentar projecto comuns», explicou Morais Machado da Associação de Municípios do Douro Superior, citado pelo ao Jornal de Notícias.
Morais Machado referiu que os projectos «entrosados», a apresentar em Junho, focam a saúde e serviços sociais, ambiente e desenvolvimento sustentável, turismo, agricultura, transportes e desenvolvimento económico, entre outros. «No AECT-Douro será possível apresentar projectos que absorvam o correspondente a 2.52% do valor global do QREN». acrescentou.
Contudo, o presidente do município de Miranda do Douro, Manuel Rodrigo, considera « que vai ser praticamente impossível as nossas Juntas de Freguesia apresentarem projectos, por não terem poder económico para fazer face aos 25% que são necessários para avançar como as iniciativas, já que nos projecto transfronteiriços tem de se andar com o dinheiro à frente, ou seja, são pagos contra recibo e não contra factura».
2008-02-14
Visto em: IGov
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Douro - Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT)
Os concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa, em parceria com os ajuntamentos espanhóis da área ribeirinha do Douro Internacional, criaram o Douro - Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT).
O novo organismo, com competência jurídica, fica sedeado na vila espanhola de Travanca, por ser o ponto central naquele território ibérico, separado geograficamente apenas pelo rio Douro, região onde há cada vez mais cooperação fronteiriça, à semelhança do que acontece já com a Galiza/Norte de Portugal.
"Numa altura em que a maioria das autarquias trabalha na concepção de projecto para apresentar ao Quadro de Referencia de Estratégia Nacional (QREN), deixou de ser viável que sejam apresentados por um município ou território individualmente, tornando-se mais eficaz apresentar projecto comuns ", diz Morais Machado, da Associação de Municípios do Douro Superior "Os projectos a apresentar têm de ter entrosamento entre as regiões", assinala. Entre os projectos legíveis ficam, a saúde e serviços sociais, ambiente e desenvolvimento sustentável, turismo, agricultura, transportes e desenvolvimento económico, entre outros. Os projectos deverão dar entrada já em Junho. "No AECT-Douro será possível apresentar projectos que absorvam o correspondente a 2.52% do valor global do QREN", diz Morais Machado.
Manuel Rodrigo, presidente do município de Miranda do Douro, mostra-se algo pessimista em relação ao futuros do agrupamento "já que vai ser praticamente impossível as nossas Juntas de Freguesia apresentarem projectos, por não terem poder económico para fazer face aos 25% que são necessários para avançar como as iniciativas, já que nos projecto transfronteiriços tem de se andar com o dinheiro à frente, ou seja, são pagos contra recibo e não contra factura".
Francisco Pinto in JN, 2008-02-12
Visto em: Diário de Trás-dos-Montes
O novo organismo, com competência jurídica, fica sedeado na vila espanhola de Travanca, por ser o ponto central naquele território ibérico, separado geograficamente apenas pelo rio Douro, região onde há cada vez mais cooperação fronteiriça, à semelhança do que acontece já com a Galiza/Norte de Portugal.
"Numa altura em que a maioria das autarquias trabalha na concepção de projecto para apresentar ao Quadro de Referencia de Estratégia Nacional (QREN), deixou de ser viável que sejam apresentados por um município ou território individualmente, tornando-se mais eficaz apresentar projecto comuns ", diz Morais Machado, da Associação de Municípios do Douro Superior "Os projectos a apresentar têm de ter entrosamento entre as regiões", assinala. Entre os projectos legíveis ficam, a saúde e serviços sociais, ambiente e desenvolvimento sustentável, turismo, agricultura, transportes e desenvolvimento económico, entre outros. Os projectos deverão dar entrada já em Junho. "No AECT-Douro será possível apresentar projectos que absorvam o correspondente a 2.52% do valor global do QREN", diz Morais Machado.
Manuel Rodrigo, presidente do município de Miranda do Douro, mostra-se algo pessimista em relação ao futuros do agrupamento "já que vai ser praticamente impossível as nossas Juntas de Freguesia apresentarem projectos, por não terem poder económico para fazer face aos 25% que são necessários para avançar como as iniciativas, já que nos projecto transfronteiriços tem de se andar com o dinheiro à frente, ou seja, são pagos contra recibo e não contra factura".
Francisco Pinto in JN, 2008-02-12
Visto em: Diário de Trás-dos-Montes
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Confraria defende Butelo com cascas
«O Butelo com Cascas»
Nada melhor do que um picante butelo com cascas fumegantes para reconfortar o estômago nos dias gélidos do Entrudo transmontano. «O Butelo com Cascas» - um enchido de carne com ossinhos que, habitualmente, se come com feijão seco na própria vagem -, é o prato mais típico do Carnaval e dos dias que o antecedem.
Os sabores são fortes, marcados pelo vinho, pelo pimentão, alho e louro, mas poucos resistem a aromas tão possantes.
Em certos locais, como no concelho de Torre de Moncorvo, este enchido é conhecido por "palaio" e confecciona-se um só exemplar, para servir de repasto no Entrudo. Já em Miranda do Douro e Vinhais, são feitos vários para comer ao longo do ano.
Por todo o distrito de Bragança o "butelo" é o rei do "Cozido à Transmontana". As cascas, ou casulos, são secas no Verão para comer no Inverno. Visando salvaguardar a tradição deste enchido típico do Nordeste Transmontano, foi criada a Confraria Gastronómica das "Cascas e do Butelo", entronizada em Pinelo (Vimioso).
A ideia foi do Centro Cultural e Recreativo de Pinelo, que quer manter o costume. No dia de Carnaval, era uso roubar os butelos, enquanto eram cozinhados no pote de ferro. Naquele dia realizava-se o conselho, onde se juntavam os homens da aldeia visando fazer trabalho comunitário.
As mulheres ficavam em casa a cozinhar o butelo, mas as mais distraídas ou crédulas acabavam quase sempre roubadas.
Glória Lopes in JN, 2008-02-06
Visto em: Diário de Trás-os-Montes
Nada melhor do que um picante butelo com cascas fumegantes para reconfortar o estômago nos dias gélidos do Entrudo transmontano. «O Butelo com Cascas» - um enchido de carne com ossinhos que, habitualmente, se come com feijão seco na própria vagem -, é o prato mais típico do Carnaval e dos dias que o antecedem.
Os sabores são fortes, marcados pelo vinho, pelo pimentão, alho e louro, mas poucos resistem a aromas tão possantes.
Em certos locais, como no concelho de Torre de Moncorvo, este enchido é conhecido por "palaio" e confecciona-se um só exemplar, para servir de repasto no Entrudo. Já em Miranda do Douro e Vinhais, são feitos vários para comer ao longo do ano.
Por todo o distrito de Bragança o "butelo" é o rei do "Cozido à Transmontana". As cascas, ou casulos, são secas no Verão para comer no Inverno. Visando salvaguardar a tradição deste enchido típico do Nordeste Transmontano, foi criada a Confraria Gastronómica das "Cascas e do Butelo", entronizada em Pinelo (Vimioso).
A ideia foi do Centro Cultural e Recreativo de Pinelo, que quer manter o costume. No dia de Carnaval, era uso roubar os butelos, enquanto eram cozinhados no pote de ferro. Naquele dia realizava-se o conselho, onde se juntavam os homens da aldeia visando fazer trabalho comunitário.
As mulheres ficavam em casa a cozinhar o butelo, mas as mais distraídas ou crédulas acabavam quase sempre roubadas.
Glória Lopes in JN, 2008-02-06
Visto em: Diário de Trás-os-Montes
"HelpPhone" para idosos de Mogadouro
A câmara de Mogadouro vai disponibilizar aos idosos carenciados e mais isolados do concelho um sistema de alerta denominado por “HelpPhone”. Trata-se de uma pulseira que permite aos idosos accionarem uma central que pode desencadeia uma ajuda, em caso de necessidade.
A autarquia está a fazer um levantamento dos idosos a quem vai ser entregue no imediato este equipamento. O “HelpPhone” pode ser uma grande ajuda num concelho envelhecido e com forte dispersão na área rural. A RBA sabe que para além de Mogadouro há outros municípios do distrito de Bragança que estão interessados em aderir a este sistema.
Visto em: RBA
A autarquia está a fazer um levantamento dos idosos a quem vai ser entregue no imediato este equipamento. O “HelpPhone” pode ser uma grande ajuda num concelho envelhecido e com forte dispersão na área rural. A RBA sabe que para além de Mogadouro há outros municípios do distrito de Bragança que estão interessados em aderir a este sistema.
Visto em: RBA
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Agrupamento une municípios transmontanos e espanhóis
Mogadouro, Miranda do Douro, Freixo de Espada à Cinta, Moncorvo e Foz Côa associaram-se a alguns municípios da área de Salamanca, em Espanha e criaram o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial.
Um organismos que vai tentar aproveitar os fundos do Quadro de Referencia Estratégica Nacional (QREN) para captar investimentos em áreas como o turismo ou as acessibilidades. Nesta parceria, que vai poder aceder a verbas significativas do QREN, também vão poder aceder projectos dinamizados por juntas de freguesia.
Visto em: RBA
Um organismos que vai tentar aproveitar os fundos do Quadro de Referencia Estratégica Nacional (QREN) para captar investimentos em áreas como o turismo ou as acessibilidades. Nesta parceria, que vai poder aceder a verbas significativas do QREN, também vão poder aceder projectos dinamizados por juntas de freguesia.
Visto em: RBA
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Tractor agrícola mata jovem
Um jovem de 26 anos de idade morreu, ao início da tarde de quarta-feira, em Castro Vicente, Mogadouro, quando o tractor agrícola que operava tombou por um ribanceira com cerca de dois metros de altura. Vítor Pinto encontrava-se a fazer uma manobra em marcha a traz “ e por distracção deixou que uma das rodas do tractor entrasse na berma da ribanceira, esta acabou por ceder, provocando o capotamento da máquina agrícola.
O operador ficou com a cabeça debaixo de um dos para lamas do tractor. Teve morte imediata ” disse à RBA, António Salgado, comandante dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro. No local do acidente a consternação era geral, já que a exploração agrícola onde se deu o acidente era muito próxima da aldeia. Ao local ocorreu para além dos bombeiros de Mogadouro, a Viatura de Emergência Medica e Reanimação, (VMER) cujo médico da equipa de socorro se limitou a confirmar o óbito. O corpo seguiu para o Gabinete de Medicina Legal afim de ser autopsiado. A GNR tomou conta da ocorrência.
Visto em: RBA
O operador ficou com a cabeça debaixo de um dos para lamas do tractor. Teve morte imediata ” disse à RBA, António Salgado, comandante dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro. No local do acidente a consternação era geral, já que a exploração agrícola onde se deu o acidente era muito próxima da aldeia. Ao local ocorreu para além dos bombeiros de Mogadouro, a Viatura de Emergência Medica e Reanimação, (VMER) cujo médico da equipa de socorro se limitou a confirmar o óbito. O corpo seguiu para o Gabinete de Medicina Legal afim de ser autopsiado. A GNR tomou conta da ocorrência.
Visto em: RBA
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Urgência Básica de Mogadouro em obras
Começaram ontem as obras para a instalação do Serviço de Urgência Básica no Centro de Saúde de Mogadouro. A valência deverá abrir as portas em Março. Esta unidade surge associada à reorganização dos serviços de urgência no distrito. A unidade de Mogadouro vai servir Freixo de Espada à Cinta, Vimioso e Miranda do Douro.
As obras de adaptação do antigo Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Mogadouro para Serviço de Urgência Básico (SUB) arrancaram ontem. A empreitada deverá estar concluída daqui a mês e meio, prevendo-se que o SUB de Mogadouro comece a funcionar em Março, servindo, além do concelho de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Vimioso e Miranda do Douro. O novo serviço terá de ter dois consultórios, porque estão previstos dois médicos e dois enfermeiros em cada equipa, triagem de Manchester e outros requisitos exigidos para o funcionamento do SUB, como sejam mais espaços de observação de doentes e para equipamentos auxiliares ao diagnóstico. "Não será preciso uma intervenção alargada por ser um edifício recente", observou Berta Nunes, coordenadora da Sub-região de Saúde de Bragança. No entanto, vão ser contratados mais médicos, ou será feito o recurso a profissionais de centros de saúde maiores, para assegurar o serviço em permanência no SUB. Mas, pelo menos das 9 às 16 horas de todos os sdias, estão já garantidas duas equipas clínicas, explicou a coordenadora da Sub-região de Saúde Bragança. "A orientação para o SUB será feita pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) que decidirá para onde enviar os doentes conforme a sua situação clínica. No entanto, se o doente preferir por sua iniciativa deslocar-se ao SUB de Mogadouro, poderá fazê-lo, mas há situações que só o CODU pode decidir," disse Berta Nunes. Caso haja falta de médicos para assegurar o bom funcionamento do SUB, o município de Mogadouro já se mostrou disponível para dialogar com a tutela para ajudar a criar condições para a fixação de médicos.
Visteo em: RBA
As obras de adaptação do antigo Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Mogadouro para Serviço de Urgência Básico (SUB) arrancaram ontem. A empreitada deverá estar concluída daqui a mês e meio, prevendo-se que o SUB de Mogadouro comece a funcionar em Março, servindo, além do concelho de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Vimioso e Miranda do Douro. O novo serviço terá de ter dois consultórios, porque estão previstos dois médicos e dois enfermeiros em cada equipa, triagem de Manchester e outros requisitos exigidos para o funcionamento do SUB, como sejam mais espaços de observação de doentes e para equipamentos auxiliares ao diagnóstico. "Não será preciso uma intervenção alargada por ser um edifício recente", observou Berta Nunes, coordenadora da Sub-região de Saúde de Bragança. No entanto, vão ser contratados mais médicos, ou será feito o recurso a profissionais de centros de saúde maiores, para assegurar o serviço em permanência no SUB. Mas, pelo menos das 9 às 16 horas de todos os sdias, estão já garantidas duas equipas clínicas, explicou a coordenadora da Sub-região de Saúde Bragança. "A orientação para o SUB será feita pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) que decidirá para onde enviar os doentes conforme a sua situação clínica. No entanto, se o doente preferir por sua iniciativa deslocar-se ao SUB de Mogadouro, poderá fazê-lo, mas há situações que só o CODU pode decidir," disse Berta Nunes. Caso haja falta de médicos para assegurar o bom funcionamento do SUB, o município de Mogadouro já se mostrou disponível para dialogar com a tutela para ajudar a criar condições para a fixação de médicos.
Visteo em: RBA
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