«O Butelo com Cascas»
Nada melhor do que um picante butelo com cascas fumegantes para reconfortar o estômago nos dias gélidos do Entrudo transmontano. «O Butelo com Cascas» - um enchido de carne com ossinhos que, habitualmente, se come com feijão seco na própria vagem -, é o prato mais típico do Carnaval e dos dias que o antecedem.
Os sabores são fortes, marcados pelo vinho, pelo pimentão, alho e louro, mas poucos resistem a aromas tão possantes.
Em certos locais, como no concelho de Torre de Moncorvo, este enchido é conhecido por "palaio" e confecciona-se um só exemplar, para servir de repasto no Entrudo. Já em Miranda do Douro e Vinhais, são feitos vários para comer ao longo do ano.
Por todo o distrito de Bragança o "butelo" é o rei do "Cozido à Transmontana". As cascas, ou casulos, são secas no Verão para comer no Inverno. Visando salvaguardar a tradição deste enchido típico do Nordeste Transmontano, foi criada a Confraria Gastronómica das "Cascas e do Butelo", entronizada em Pinelo (Vimioso).
A ideia foi do Centro Cultural e Recreativo de Pinelo, que quer manter o costume. No dia de Carnaval, era uso roubar os butelos, enquanto eram cozinhados no pote de ferro. Naquele dia realizava-se o conselho, onde se juntavam os homens da aldeia visando fazer trabalho comunitário.
As mulheres ficavam em casa a cozinhar o butelo, mas as mais distraídas ou crédulas acabavam quase sempre roubadas.
Glória Lopes in JN, 2008-02-06
Visto em: Diário de Trás-os-Montes
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
"HelpPhone" para idosos de Mogadouro
A câmara de Mogadouro vai disponibilizar aos idosos carenciados e mais isolados do concelho um sistema de alerta denominado por “HelpPhone”. Trata-se de uma pulseira que permite aos idosos accionarem uma central que pode desencadeia uma ajuda, em caso de necessidade.
A autarquia está a fazer um levantamento dos idosos a quem vai ser entregue no imediato este equipamento. O “HelpPhone” pode ser uma grande ajuda num concelho envelhecido e com forte dispersão na área rural. A RBA sabe que para além de Mogadouro há outros municípios do distrito de Bragança que estão interessados em aderir a este sistema.
Visto em: RBA
A autarquia está a fazer um levantamento dos idosos a quem vai ser entregue no imediato este equipamento. O “HelpPhone” pode ser uma grande ajuda num concelho envelhecido e com forte dispersão na área rural. A RBA sabe que para além de Mogadouro há outros municípios do distrito de Bragança que estão interessados em aderir a este sistema.
Visto em: RBA
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Agrupamento une municípios transmontanos e espanhóis
Mogadouro, Miranda do Douro, Freixo de Espada à Cinta, Moncorvo e Foz Côa associaram-se a alguns municípios da área de Salamanca, em Espanha e criaram o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial.
Um organismos que vai tentar aproveitar os fundos do Quadro de Referencia Estratégica Nacional (QREN) para captar investimentos em áreas como o turismo ou as acessibilidades. Nesta parceria, que vai poder aceder a verbas significativas do QREN, também vão poder aceder projectos dinamizados por juntas de freguesia.
Visto em: RBA
Um organismos que vai tentar aproveitar os fundos do Quadro de Referencia Estratégica Nacional (QREN) para captar investimentos em áreas como o turismo ou as acessibilidades. Nesta parceria, que vai poder aceder a verbas significativas do QREN, também vão poder aceder projectos dinamizados por juntas de freguesia.
Visto em: RBA
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Tractor agrícola mata jovem
Um jovem de 26 anos de idade morreu, ao início da tarde de quarta-feira, em Castro Vicente, Mogadouro, quando o tractor agrícola que operava tombou por um ribanceira com cerca de dois metros de altura. Vítor Pinto encontrava-se a fazer uma manobra em marcha a traz “ e por distracção deixou que uma das rodas do tractor entrasse na berma da ribanceira, esta acabou por ceder, provocando o capotamento da máquina agrícola.
O operador ficou com a cabeça debaixo de um dos para lamas do tractor. Teve morte imediata ” disse à RBA, António Salgado, comandante dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro. No local do acidente a consternação era geral, já que a exploração agrícola onde se deu o acidente era muito próxima da aldeia. Ao local ocorreu para além dos bombeiros de Mogadouro, a Viatura de Emergência Medica e Reanimação, (VMER) cujo médico da equipa de socorro se limitou a confirmar o óbito. O corpo seguiu para o Gabinete de Medicina Legal afim de ser autopsiado. A GNR tomou conta da ocorrência.
Visto em: RBA
O operador ficou com a cabeça debaixo de um dos para lamas do tractor. Teve morte imediata ” disse à RBA, António Salgado, comandante dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro. No local do acidente a consternação era geral, já que a exploração agrícola onde se deu o acidente era muito próxima da aldeia. Ao local ocorreu para além dos bombeiros de Mogadouro, a Viatura de Emergência Medica e Reanimação, (VMER) cujo médico da equipa de socorro se limitou a confirmar o óbito. O corpo seguiu para o Gabinete de Medicina Legal afim de ser autopsiado. A GNR tomou conta da ocorrência.
Visto em: RBA
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Urgência Básica de Mogadouro em obras
Começaram ontem as obras para a instalação do Serviço de Urgência Básica no Centro de Saúde de Mogadouro. A valência deverá abrir as portas em Março. Esta unidade surge associada à reorganização dos serviços de urgência no distrito. A unidade de Mogadouro vai servir Freixo de Espada à Cinta, Vimioso e Miranda do Douro.
As obras de adaptação do antigo Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Mogadouro para Serviço de Urgência Básico (SUB) arrancaram ontem. A empreitada deverá estar concluída daqui a mês e meio, prevendo-se que o SUB de Mogadouro comece a funcionar em Março, servindo, além do concelho de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Vimioso e Miranda do Douro. O novo serviço terá de ter dois consultórios, porque estão previstos dois médicos e dois enfermeiros em cada equipa, triagem de Manchester e outros requisitos exigidos para o funcionamento do SUB, como sejam mais espaços de observação de doentes e para equipamentos auxiliares ao diagnóstico. "Não será preciso uma intervenção alargada por ser um edifício recente", observou Berta Nunes, coordenadora da Sub-região de Saúde de Bragança. No entanto, vão ser contratados mais médicos, ou será feito o recurso a profissionais de centros de saúde maiores, para assegurar o serviço em permanência no SUB. Mas, pelo menos das 9 às 16 horas de todos os sdias, estão já garantidas duas equipas clínicas, explicou a coordenadora da Sub-região de Saúde Bragança. "A orientação para o SUB será feita pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) que decidirá para onde enviar os doentes conforme a sua situação clínica. No entanto, se o doente preferir por sua iniciativa deslocar-se ao SUB de Mogadouro, poderá fazê-lo, mas há situações que só o CODU pode decidir," disse Berta Nunes. Caso haja falta de médicos para assegurar o bom funcionamento do SUB, o município de Mogadouro já se mostrou disponível para dialogar com a tutela para ajudar a criar condições para a fixação de médicos.
Visteo em: RBA
As obras de adaptação do antigo Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Mogadouro para Serviço de Urgência Básico (SUB) arrancaram ontem. A empreitada deverá estar concluída daqui a mês e meio, prevendo-se que o SUB de Mogadouro comece a funcionar em Março, servindo, além do concelho de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Vimioso e Miranda do Douro. O novo serviço terá de ter dois consultórios, porque estão previstos dois médicos e dois enfermeiros em cada equipa, triagem de Manchester e outros requisitos exigidos para o funcionamento do SUB, como sejam mais espaços de observação de doentes e para equipamentos auxiliares ao diagnóstico. "Não será preciso uma intervenção alargada por ser um edifício recente", observou Berta Nunes, coordenadora da Sub-região de Saúde de Bragança. No entanto, vão ser contratados mais médicos, ou será feito o recurso a profissionais de centros de saúde maiores, para assegurar o serviço em permanência no SUB. Mas, pelo menos das 9 às 16 horas de todos os sdias, estão já garantidas duas equipas clínicas, explicou a coordenadora da Sub-região de Saúde Bragança. "A orientação para o SUB será feita pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) que decidirá para onde enviar os doentes conforme a sua situação clínica. No entanto, se o doente preferir por sua iniciativa deslocar-se ao SUB de Mogadouro, poderá fazê-lo, mas há situações que só o CODU pode decidir," disse Berta Nunes. Caso haja falta de médicos para assegurar o bom funcionamento do SUB, o município de Mogadouro já se mostrou disponível para dialogar com a tutela para ajudar a criar condições para a fixação de médicos.
Visteo em: RBA
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Meteo: Três distritos em alerta Amarelo devido ao nevoeiro - IM
Lisboa, 21 Jan (Lusa) - O Instituto de Meteorologia colocou hoje sob aviso Amarelo três dos 18 distritos de Portugal continental devido ao nevoeiro intenso.
O Instituto de Meteorologia (IM) colocou sob aviso Amarelo, o segundo uma escala que vai até quatro, os distritos de Vila Real, Bragança e Guarda.
Também sob aviso Amarelo está a Madeira mas devido aos fortes ventos.
O IM prevê para hoje céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se temporariamente muito nublado a partir do fim da tarde nas regiões do litoral a norte do Cabo Raso, e vento fraco, soprando temporariamente moderado de norte a partir da tarde nas regiões do litoral a sul do Cabo Mondego.
Está ainda prevista neblina ou nevoeiro matinal, em especial no nordeste transmontano, e uma pequena descida da temperatura máxima na faixa costeira ocidental.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-01-21 07:25:01
Visto em: RTP
O Instituto de Meteorologia (IM) colocou sob aviso Amarelo, o segundo uma escala que vai até quatro, os distritos de Vila Real, Bragança e Guarda.
Também sob aviso Amarelo está a Madeira mas devido aos fortes ventos.
O IM prevê para hoje céu pouco nublado ou limpo, apresentando-se temporariamente muito nublado a partir do fim da tarde nas regiões do litoral a norte do Cabo Raso, e vento fraco, soprando temporariamente moderado de norte a partir da tarde nas regiões do litoral a sul do Cabo Mondego.
Está ainda prevista neblina ou nevoeiro matinal, em especial no nordeste transmontano, e uma pequena descida da temperatura máxima na faixa costeira ocidental.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-01-21 07:25:01
Visto em: RTP
Mãe de jovem desaparecido critica autoridades
A mãe de um jovem desaparecido em Mogadouro acusa as autoridades policiais de não estarem a fazer nada para encontrar o filho. A senhora fala ainda em falta de informações e relaciona o desaparecimento com possiveis maus-tratos. O rapaz de 26 anos desapareceu em Outubro e desde essa altura que não dá notícias. A Policia Judicíária confessa que não há resultados práticos das investigações feitas.
A Policia Judiciária (PJ) continua a investigar o “ misterioso” desaparecimento de um Jovem de 26 anos residente em Mogadouro, apesar de “haver já linhas de investigação ainda não há nada em concreto” que possa ajudar a encontrar o paradeiro do rapaz. No entanto a tese de sequestro é uma hipótese que não foi descartada pela PJ, como a RBA havia avançado. De recordar que Mário Rui Sousa Lemos saiu de casa no passado dia 10 de Outubro ao volante de um Renault 5 de cor vermelha com destino ao que tudo indica, a vizinha vila de Torre de Moncorvo (lugar onde terá sido visto pela ultima vez) com intenção de fazer negócio para a aquisição de uma viatura comercial usada, como garantem os seus familiares. Uma das linhas de investigação passa pelo contacto das autoridades com o suposto indivíduo com quem Mário Rui iria fazer o referido negócio. Ao que a RBA apurou junto de fonte ligada à investigação, “ o individuo com quem o rapaz supostamente iria fazer negócio ainda não foi identificado ou localizado pelos autoridades que têm em mãos as investigações relacionadas com o caso.” “ Eu bem queria ter notícias do paradeiro do meu filho, tenho visto a investigação muito parada, parece que não vejo ninguém mexer-se,” disse com ar consternado Maria Lemos, mãe de Mário Rui. A progenitora é da opinião que “já passou muito tempo e não há notícias, parece que de dia para dia as coisas tornam-se muito complicadas e tenho receio que algo de grave tenha acontecido.”“ Agora nem a conta bancária posso consultar a não ser por vias legais, até perece que sou uma pessoa estranha no meio desta situação,” desabafa Maria Lemos. Maria Lemos diz que não era a primeira vez que o seu filho se deslocava para trabalhar fora do país mas mantinha-se em contacto, as pessoas com quem ele se fazia acompanhar eram de confiança, dava noticias e trazia o dinheiro para casa. Face à situação, os familiares de Mário Rui argumentam “ somos pessoas de fracas posses financeiras, senão já tínhamos iniciado um investigação por conta própria.”
Visto em: RBA
A Policia Judiciária (PJ) continua a investigar o “ misterioso” desaparecimento de um Jovem de 26 anos residente em Mogadouro, apesar de “haver já linhas de investigação ainda não há nada em concreto” que possa ajudar a encontrar o paradeiro do rapaz. No entanto a tese de sequestro é uma hipótese que não foi descartada pela PJ, como a RBA havia avançado. De recordar que Mário Rui Sousa Lemos saiu de casa no passado dia 10 de Outubro ao volante de um Renault 5 de cor vermelha com destino ao que tudo indica, a vizinha vila de Torre de Moncorvo (lugar onde terá sido visto pela ultima vez) com intenção de fazer negócio para a aquisição de uma viatura comercial usada, como garantem os seus familiares. Uma das linhas de investigação passa pelo contacto das autoridades com o suposto indivíduo com quem Mário Rui iria fazer o referido negócio. Ao que a RBA apurou junto de fonte ligada à investigação, “ o individuo com quem o rapaz supostamente iria fazer negócio ainda não foi identificado ou localizado pelos autoridades que têm em mãos as investigações relacionadas com o caso.” “ Eu bem queria ter notícias do paradeiro do meu filho, tenho visto a investigação muito parada, parece que não vejo ninguém mexer-se,” disse com ar consternado Maria Lemos, mãe de Mário Rui. A progenitora é da opinião que “já passou muito tempo e não há notícias, parece que de dia para dia as coisas tornam-se muito complicadas e tenho receio que algo de grave tenha acontecido.”“ Agora nem a conta bancária posso consultar a não ser por vias legais, até perece que sou uma pessoa estranha no meio desta situação,” desabafa Maria Lemos. Maria Lemos diz que não era a primeira vez que o seu filho se deslocava para trabalhar fora do país mas mantinha-se em contacto, as pessoas com quem ele se fazia acompanhar eram de confiança, dava noticias e trazia o dinheiro para casa. Face à situação, os familiares de Mário Rui argumentam “ somos pessoas de fracas posses financeiras, senão já tínhamos iniciado um investigação por conta própria.”
Visto em: RBA
domingo, 20 de janeiro de 2008
Ponte que liga Algoso a Valcerto
Ponte que liga Algoso a Valcerto
Mini-hídrica tem parecer negativo do Património
O presidente da Câmara de Vimioso, José Rodrigues, mostra-se «insatisfeito» com o parecer negativo do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) ao projecto de construção de uma mini-hídrica a jusante da zona de confluência do rio Angueira e da ribeira da Ponte de Pau nas proximidades da ponte que liga Algoso a Valcerto.
A construção do empreendimento está orçada em seis milhões de euros e resulta de uma parceria entre os municípios de Vimioso e Mogadouro e a Hidroerg, empresa privada ligada ao sector das energias renováveis. "Temos três rios que atravessam o concelho, e deles nada tiramos, a não ser a água para o abastecimento público. Num concelho com poucos rendimentos temos de apostar em fontes de receita e surgiu a oportunidade de construção da barragem" disse José Rodrigues.
O IGESPAR garantiu ao JN, que o paredão da mini hídrica vai recuar "apenas 90 metros" do sítio inicialmente previsto de forma a não ser visível do local onde está instalada uma ponte do século XVII, que se encontra em vias de classificação". No entanto, o atraso verificado no projecto é apenas de cinco meses, tempo que pode ser recuperado durante a construção da barragem", avançou fonte do IGESPAR.
Francisco Pinto in JN, 2008-01-20
Visto em: Diário de Trás-os-montes
Mini-hídrica tem parecer negativo do Património
O presidente da Câmara de Vimioso, José Rodrigues, mostra-se «insatisfeito» com o parecer negativo do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) ao projecto de construção de uma mini-hídrica a jusante da zona de confluência do rio Angueira e da ribeira da Ponte de Pau nas proximidades da ponte que liga Algoso a Valcerto.
A construção do empreendimento está orçada em seis milhões de euros e resulta de uma parceria entre os municípios de Vimioso e Mogadouro e a Hidroerg, empresa privada ligada ao sector das energias renováveis. "Temos três rios que atravessam o concelho, e deles nada tiramos, a não ser a água para o abastecimento público. Num concelho com poucos rendimentos temos de apostar em fontes de receita e surgiu a oportunidade de construção da barragem" disse José Rodrigues.
O IGESPAR garantiu ao JN, que o paredão da mini hídrica vai recuar "apenas 90 metros" do sítio inicialmente previsto de forma a não ser visível do local onde está instalada uma ponte do século XVII, que se encontra em vias de classificação". No entanto, o atraso verificado no projecto é apenas de cinco meses, tempo que pode ser recuperado durante a construção da barragem", avançou fonte do IGESPAR.
Francisco Pinto in JN, 2008-01-20
Visto em: Diário de Trás-os-montes
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