segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Noite fria em Bragança com sete graus negativos

A cidade de Bragança chegou esta madrugada aos sete graus negativos, a temperatura mais baixa em toda a rede do Instituto de Meteorologia. Já esta manhã foi abandonada a situação de alerta amarelo devido ao frio existente em dez distritos.

Segundo o Instituto de Meteorologia, Portugal continental tem vindo a ser afectado por uma massa de ar seco e frio que origina a ocorrência de temperaturas mínimas do ar inferiores aos valores médios para o mês de Dezembro, em especial nas regiões do litoral.

Estas condições meteorológicas deverão manter-se apenas para o dia de hoje, prevendo-se que a partir de amanhã o Continente fique sob a influência de uma depressão centrada entre os Açores e a Península Ibérica, com ocorrência de precipitação e subida gradual da temperatura.

Devido a esta vaga de frio o Instituto de Meteorologia colocou ontem em alerta amarelo dez distritos, sendo que algumas zonas atingiram esta madrugada temperaturas mínimas entre um a sete graus negativos.

Já esta manhã o Instituto de Meteorologia retirou a situação de alerta amarelo para estes dez distritos deixando apenas em alerta laranja a região do Algarve devido a agitação marítima.

Lisboa e Porto vão atingir no dia de hoje a temperatura máxima de 12 graus.

O Instituto de Meteorologia colocou igualmente em alerta amarelo o arquipélago dos Açores, mas neste caso devido a ventos fortes, agitação marítima e trovoadas.

Para a Madeira, as previsões apontam para céu com períodos de muito nublado, com as temperaturas a variar entre os 17 e os 21 graus.
2007-12-17 08:28:16
Visto em: RTP

domingo, 16 de dezembro de 2007

Ventos de Espanha põem Portugal a tremer de frio

Frio de bater o dente está a atingir Portugal de Norte a Sul, estando prevista para hoje uma nova descida nos termómetros, com o Interior a registar temperaturas negativas durante a madrugada. O Instituto de Meteorologia colocou ontem em alerta amarelo 12 dos 18 distritos continentais. Bragança é a cidade mais fria, com mínimas a descerem aos 7,5 negativos. Valores de zero ou menos graus estão ainda previstos em Braga, Castelo Branco, Évora, Guarda, Viana do Castelo e Vila Real. Em Lisboa os termómetros irão descer até aos cinco graus e no Porto aos quatro. Faro será a capital de distrito menos fria, com uma mínima de sete graus.

A descida da temperatura para valores abaixo da média nesta época do ano resulta de uma massa de ar frio estacionada no centro da Península Ibérica e que é arrastada até ao litoral português por ventos provenientes de Leste.

Apesar do frio, o sol brilha em todo o Continente. Esta é, contudo, uma situação que deverá sofrer alterações no final da tarde de terça-feira, prevendo-se chuva para o Centro e Sul do País. Na quarta-feira a precipitação estender-se-á ao Norte, havendo alguma probabilidade de queda de neve nas terras altas. É provável que a chegada da chuva leve a uma subida das temperaturas mínimas.

No que toca a temperaturas máximas, a meio da tarde de hoje devem ser observados 15 graus em Faro, 13 no Porto e 12 em Lisboa.

A presença de uma massa de ar frio e seco agrava a seca existente, com maior gravidade no Nordeste Transmontano.

Diferentes são as previsões para os arquipélagos da Madeira e dos Açores, com números bem mais agradáveis. Apesar de o céu estar nublado, na Madeira espera-se uma variação entre os 16 e os 22 graus e nos Açores as temperaturas deverão oscilar entre 13 e 18 graus.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil recomenda a população a tomar as medidas preventivas para minimizar situações que possam colocar em risco a sua saúde. No vestuário é recomendado o uso de várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso. Evite as roupas muito justas ou as que façam transpirar. “Cuidado com as lareiras, braseiras e aquecedores a gás devido ao risco de acidentes domésticos”, é outra das recomendações da Protecção Civil.

Visto em: Correio da Manhã

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Novas regiões de turismo dividem - 5 regiões já aprovadas. E agora?

A redução das actuais 19 regiões de turismo para apenas cinco foi, ontem, aprovada pelo Conselho de Ministros, sob críticas do sector. Miguel Sousinha, presidente da Associação Nacional das Regiões de Turismo e responsável pela de Leiria/Fátima, fala de «um desastre».

No outro extremo, Francisco Sampaio, presidente da Região de Turismo do Alto Minho, disse, ao JN, que a criação de um só organismo para o Norte irá "favorecer" a região no seu todo .

As estruturas agora aprovadas, que coincidem com as regiões administrativas, são as do Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve, havendo ainda uma aposta prioritária nas zonas do Alqueva, Litoral Alentejano, Região Oeste e Douro. O novo figurino foi apresentado como "um esforço de racionalização". E uma das inovações avançadas pelo secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, é a de que as cinco regiões vão poder recorrer ao autofinanciamento "através de acordos com a iniciativa privada".

Bernardo Trindade sublinhou, ainda, que a medida permite criar instituições credíveis, com massa crítica para serem parceiros na concretização da política nacional para o sector. E "todo o território fica abrangido, o que não acontecia até aqui".

Outra opinião tem Miguel Sousinha. "Estranho o que está no comunicado do Conselho de Ministros" porque vem "basear o turismo na ligação às NUT (Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos)", disse à Lusa. O dirigente mostrou-se desiludido com a decisão do Governo, já que muitas regiões de turismo estavam a negociar fusões para responder à necessidade de escala para o sector imposta pelo Executivo. "Isto será uma redução sem estratégia turística e sem ligação às marcas territoriais", considerou o dirigente, que criticou as funções previstas para as novas entidades . A concretizar-se o que foi proposto, será o "desastre das regiões turísticas porque passarão a ser órgãos sem qualquer competência e sem capacidade funcional", concluiu.

Pronunciando-se apenas sobre o Norte, Francisco Sampaio elogiou a alteração. Todas juntas, as regiões nortenhas "têm mais força". E é possível "conciliar interesses", destacou, elogiando, particularmente, a capacidade de autofinanciamento. "Podemos dar as mãos e voltar a ter uma região Norte pujante", defendeu, notando que o Porto deve ser "a grande placa giratória" que levará o turismo aos outros destinos.

JN, 2007-12-13
Visto em: Diário de Trás-os-Montes

Alerta para tempo frio em Portugal continental

Portugal continental está hoje sob aviso Amarelo devido à previsão de tempo frio. O Instituto de Meteorologia anunciou que este aviso se deve manter até domingo com as temperaturas a chegarem aos seis graus negativos.

O aviso Amarelo é o segundo de uma escala que vai até quatro e o Instituto de Meteorologoa colocou no dia de hoje sob alerta os distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Aveiro, Santarém, Leiria, Castelo Branco, Lisboa, Setúbal, Évora e Beja.

Para Bragança estão previstas as temperaturas mais baixas com os termómetros a chegarem aos seis graus negativos.

Já no Algarve, o distrito de Faro também foi colocado em alerta Amarelo. Neste caso não será devido ao frio, mas sim à ondulação bastante forte que se fará sentir naquela costa.

De acordo com as previsões do Instituto de Meteorologia para Portugal continental as temperaturas deverão continuar a descer até à próxima segunda-feira, sendo que no domingo grande parte do continente estará com temperaturas mínimas negativas ou iguais a zero.

Face a esta situação será conveniente que a população tome algumas precauções e desta forma será de interesse a consulta da página na Internet da Autoridade Nacional de Protecção Civil que apresenta alguns conselhos relacionados com o tempo frio e a forma de prevenir qualquer incidente.

Entre outros, a Autoridade Nacional de Protecção Civil aconselha as pessoas a vestirem várias camadas de roupa, evitarem o consumo excessivo de electricidade, para não sobrecarregar a rede, e a terem cuidado com lareiras, braseiras e aquecedores de gás devido ao risco de acidentes domésticos.

Visto em: RTP
2007-12-14 08:28:42

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Dois distritos em alerta amarelo

Braga e Bragança esperam temperaturas mínimas de um grau positivo e três graus negativos.

O tempo frio fez com que o Instituto de Meteorologia (IM) colocasse, esta quarta-feira, dois distritos sob aviso amarelo, o segundo de uma escala que vai até quatro. Os distritos em causa são Braga e Bragança, para onde se esperam temperaturas mínimas de um grau positivo e três negativos, respectivamente. É a primeira vez este Outono que o IM utiliza o alerta amarelo por causa do frio.

O distrito de Faro está também sob aviso Amarelo, mas por causa da agitação marítima, com ondas que podem ir até aos dois metros.

O grupo ocidental dos Açores mantém o alerta de terça-feira, atendendo à possibilidade de chuva forte.

As autoridades aconselham as pessoas a vestirem várias camadas de roupa, evitarem o consumo excessivo de electricidade, para não sobrecarregar a rede, e a terem cuidado com lareiras, braseiras e aquecedores de gás, devido ao risco de acidentes domésticos.

Visto em: TVI

Braga e Bragança esperam temperaturas mínimas de 1 grau e 3 negativos


O tempo frio fez com que o Instituto de Meteorologia colocasse hoje, pela primeira vez este Outono, dois distritos sob aviso Amarelo, o segundo de uma escala que vai até quatro, escreve a agência Lusa.

Os distritos em causa são Braga e Bragança, para onde se esperam temperaturas mínimas de 1 grau positivo e 3 negativos.

O distrito de Faro está igualmente sob aviso Amarelo, mas devido à agitação marítima, com ondas que poderão ir até aos dois metros.

O grupo ocidental dos Açores mantém o alerta de terça-feira, atendendo à possibilidade de chuva forte.

Para hoje, o Instituto de Meteorologia aponta para céu limpo ou pouco nublado e um acentuado arrefecimento nocturno.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) apresenta na sua página na Internet alguns conselhos relacionados com o tempo frio, que agora começou a atingir Portugal continental.

Assim, a ANPC aconselha as pessoas a vestirem várias camadas de roupa, evitarem o consumo excessivo de electricidade, para não sobrecarregar a rede, e a terem cuidado com lareiras, braseiras e aquecedores de gás, devido ao risco de acidentes domésticos.
Visto em: Portugal Diário

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Vimioso/natalidade: Incentivo autárquico "fez nascer" 150 bebés nos últimos seis anos

Vimioso, Bragança, 11 Dez (Lusa) - O concelho de Vimioso ganhou, nos últimos seis anos, perto de 150 bebés, motivo de satisfação para a câmara que distribuiu, no mesmo período, um valor global próximo dos 75 mil euros pelas famílias dos novos cidadãos.

Os dados foram revelados hoje à Lusa pelo presidente da Câmara de Vimioso, José Rodrigues, o primeiro autarca em Portugal a criar um incentivo financeiro ao nascimento de crianças para combater o despovoamento que assola este e outros concelhos do interior.

O valor do incentivo é de 500 euros por cada bebé e, na próxima segunda-feira, a autarquia vai distribuir 15 mil euros por 30 bebés que nasceram em 2007, uma das melhores taxas de natalidade dos últimos anos neste concelho do Nordeste Transmontano.

De acordo com o autarca, a autarquia tem "premiado", em média, por ano, cerca de 25 bebés, num total de 150 que eleva para 75 mil euros o montante global do incentivo distribuído.

José Rodrigues admite que "não está em condições de avaliar qual o contributo do incentivo para esta taxa de natalidade", mas mostra-se "satisfeito" e acredita que o número de nascimentos significa que "poderá eventualmente estar a haver mais gente jovem no concelho".

Motivo de maior satisfação para o autarca é obter estes resultados num concelho com pouco mais de cinco mil habitantes e uma população envelhecida.

O autarca espera, em próximos anos, poder aumentar o valor pecuniário do incentivo e que para isso contribua a riqueza criada por novas empresas que estão a instalar-se na zona industrial da vila sede de concelho.

Há vários anos que o município disponibiliza terrenos, a um valor simbólico de um cêntimo, pelo que José Rodrigues garante estar agora a colher frutos desta sua persistência em atrair gente e investimento.

Segundo disse à Lusa, estão a instalar-se na zona industrial oito empresas e igual número já apresentou projectos com o mesmo fim.

O presidente da autarquia admite ainda poder vir a disponibilizar terrenos para construção de habitação a quem quiser fixar-se no concelho.

Esta ideia ainda não ganhou forma, mas tem já em curso outro incentivo com a disponibilização gratuita de terreno ao primeiro empresário que quiser construir uma unidade hoteleira com mais de 60 quartos.

Para José Rodrigues "é mais um acto simbólico" para preencher uma lacuna num concelho que está já servido em termos de oferta de refeições, mas sem capacidade de resposta para dormidas.

O autarca faz questão de sublinhar que tudo isto tem como contra "o esquecimento do poder central", nomeadamente no que se refere às dificuldades de ligação às principais vias rodoviárias da região.

O exemplo mais emblemático nesta matéria é, segundo frisou, o famoso rato de Cabrera, uma espécie protegida pela União Europeia, cuja preservação está alegadamente a levantar obstáculos à construção da estrada entre Outeiro e Vimioso, que vai encurtar distâncias, nomeadamente a Bragança.

Esta ligação é reclamada há vários anos.

O autarca chegou já a apresentar o caso ao presidente da República, durante uma deslocação de Cavaco Silva ao concelho, mas até hoje diz que nada mais soube.

"Nem do rato, nem da estrada", acrescentou.

HFI.

Lusa/fim
Visto em: Visão

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

do alto da Serra de Nogueira

Esta era a paisagem que se podia admirar quase do alto da Serra de Nogueira, a mais de 900 metros de altitude, num dia frio de Inverno.

I Fórum do Património do Douro - Valorizar património imaterial

O director do Museu Nacional de Etnologia defende, durante o I Fórum do Património do Douro, a valorização daqueles que dão a conhecer o património imaterial das diversas regiões. O responsável falou ainda sobre a importância de valorizar e preservar o património imaterial.

O director do Museu Nacional de Etnologia, Pais de Brito, defendeu a valorização daqueles que dão a conhecer o património imaterial das regiões, encontrando formas que vão além de colocar as suas informações num arquivo ou num museu.

Ao intervir sexta-feira, em Tabuaço, no I Fórum do Património Imaterial do Douro, Pais de Brito afirmou que este património não é “algo de absolutamente configurado, que preexista, expectante”, aguardando que o vão lá buscar. “Será um erro repetir hoje modos de recolha que passavam muito por este pressuposto, de o colector ser apenas o veículo que transportava para o caderno, o arquivo ou o museu coisas materiais ou imateriais que em qualquer lugar se encontravam”, considerou.

Segundo o investigador, “hoje a sua procura tem de transportar consigo um processo de partilha onde se redescobrem e se encontram novos sentidos para aquilo que se recolhe”.

Neste âmbito, defende a necessidade de a relação que, por exemplo, um etnógrafo estabelece com o seu informante ser “transposta para o acto do presente em que ela se processa, também enquanto criação social”, para que estes não fiquem “acorrentados” ao passado.

Em declarações à Agência Lusa, Pais de Brito afirmou que, actualmente, os etnógrafos podem “ir mais longe” do que os seus colegas dos séculos XIX e XX, valorando de forma dinâmica “os protagonistas do património imaterial”. Deu o exemplo de um homem de uma aldeia que sabe fazer instrumentos de música e é um grande tocador. “Ao recolher o seu saber, as indicações de construção ou as suas músicas, provavelmente pode ir-se mais longe e ele vir a ser um professor no Conservatório ou numa escola secundária e montar uma oficina onde ensine outras pessoas”, explicou.

Património oral

Também no património imaterial oral pode acontecer o mesmo, sem que se dê atenção “exclusivamente ao objecto oral em si, como a narrativa, o romance, o conto ou o provérbio que depois vai para um arquivo e pode ser consultado e estudado”, acrescentou. Lembrou que a designação de património imaterial é recente e que, mesmo os museus, não trabalhavam muito com esta dimensão.

“É agora a altura de pensar nas metodologias, até no modo de constituição dos arquivos, porque há meios tecnológicos mais sofisticados”, frisou, propondo, por exemplo, a gravação em vídeo da pessoa que transmitiu o saber oral e que “pode ser surpreendida e encantada com a sua voz já no museu ou no arquivo”.

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Novos desafios...... para velhas memórias

O I Fórum do Património Imaterial do Douro, dedicado ao tema “Novos desafios para velhas memórias”, decorreu no âmbito de um projecto-piloto, lançado este ano pelo Museu do Douro, que pretende fazer o levantamento, a salvaguarda e o estudo deste tipo de património da região. “A intenção do Museu do Douro é tratar o património imaterial como um repositório do saber popular, transmitido de geração em geração, que nos permitirá ir à origem dos mitos, das lendas”, justificou o seu director, Fernando Maia Pinto.

PJ, 2007-12-10
Visto em: Diário de Trás-os-Montes

domingo, 9 de dezembro de 2007

em Figueira


A primeira vez que fui a Figueira, bem próxima de Mogadouro foi em 2007. Como habitualmente não esqueci a máquina fotográfica e fiz alguns registos rápidos. Procurava uma forma de subir ao alto da Serra de Figueira. Enganei-me no caminho, tive que voltar a Zava.