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terça-feira, 12 de agosto de 2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

Janela


Janela na Rua do Penedo, em Mogadouro.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Providência cautelar quer travar barragem no rio Sabor

O primeiro-ministro assina hoje ao meio-dia, em Bragança, o contrato de adjudicação do aproveitamento hidroeléctrico do Baixo Sabor. Mas as organizações ambientalistas que integram a Plataforma Sabor Livre (PSL) estragaram-lhe a festa, interpondo uma providência cautelar para impedir a construção do empreendimento.

A Plataforma diz que a obra é ilegal porque a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) que a autoriza já caducou a 15 de Junho. Lembram que a construção da barragem foi autorizada em 2004 por uma DIA que caducou dois anos depois. Esta foi prorrogada pelo secretário de Estado do Ambiente em 30 de Junho de 2006, não incluindo, por razões evidentes, as medidas de compensação exigidas pela Comissão Europeia ao Estado em 2007.

Assim, a PSL considera “inadmissível” que “se autorize uma obra que irá destruir valores naturais insubstituíveis, conforme já foi reconhecido pela Comissão Europeia, sem que estejam definidas, orçamentadas e calendarizadas as medidas de compensação que, aparentemente, justificaram um arquivamento da queixa apresentada pela PSL”.

Cabe agora aos tribunais pronunciar-se sobre a pertinência e fundamento desta iniciativa legal. As organizações ambientalistas da Plataforma dizem que a situação atrás descrita, que está na base da providência cautelar, é a última de uma sequência de “atropelos legais” e “decisões não fundamentadas” no processo do Baixo Sabor.

Uma dessas decisões é o arquivamento, pela Comissão Europeia, da queixa apresentada pela PSL por considerar que a barragem violava disposições comunitárias de protecção e conservação da natureza. Outra medida que suscita críticas é a recusa de “acesso à documentação do processo do Baixo Sabor”. Até agora, acrescenta aquela estrutura, continuam por conhecer-se documentos que “alegadamente” justificam o arquivamento.

Finalmente, a PSL critica o facto de terem sido sistematicamente ignoradas “alternativas com menores impactes” ambientais. E enfatizam a exclusão da barragem do Baixo Sabor da lista de projectos estudados no âmbito do Plano Nacional de Barragens: “Face aos critérios utilizados para seleccionar os dez empreendimentos, teria sido imediatamente rejeitada por afectar directamente a Rede Natura 2000”.

Posições extremadas

A construção de uma barragem no Baixo Sabor começou a ganhar forma em 1994, tendo o ano de 2005 como cenário de construção. Mas a descoberta das gravuras rupestres do Côa obrigou a antecipar datas. Em 2000, era lançado o estudo de impacte ambiental do empreendimento, a realizar perto da foz do rio Sabor.

A discussão pública que se seguiu pôs à luz do dia posições bastante extremadas. A barragem é defendida pelo Governo, pelos autarcas e parte da população, mas as organizações ambientalistas estão contra. Um manifesto assinado por 350 investigadores ligados à área do ambiente opõe-se à construção da barragem.

Para a PSL, o empreendimento afectará habitats e espécies ameaçadas. No quadro da política energética nacional, o Sabor não é uma mais-valia relevante, considera ainda a Plataforma. Além disso, o contributo da barragem para a redução das emissões de gases de efeito de estufa é considerado “irrelevante”.

Os 12 presidentes de câmaras do distrito de Bragança e associações empresariais regionais, por seu lado, subscrevem um manifesto a reivindicar a construção da barragem. O combate à desertificação da região e o impulso “significativo” ao desenvolvimento socioeconómico são os principais argumentos a favor da construção da barragem.

Sabor é um dos últimos rios selvagens de Portugal

A nascente do rio Sabor, ainda como ribeira de montanha, é na serra de Parada, do outro lado da fronteira, a 1600 metros de altitude. Cem quilómetros mais abaixo, desagua no Douro perto de Torre de Moncorvo.

À excepção de uma mini-hídrica, é um curso de água sem presença humana significativa, o que tem levado a que seja considerado como um dos últimos rios selvagens de Portugal. É essa a opinião de José Teixeira, biólogo da Universidade do Porto e um dos defensores da conservação do Baixo Sabor sem barragens.

O que o torna um rio único é a diversidade de habitats e espécies vegetais — 17 só no Baixo Sabor, quatro deles de conservação prioritária. Encontram-se também aqui “os mais extensos e bem conservados azinhais e sobreirais de Trás-os-Montes”. Se acrescentarmos a presença de extensões significativas de videira e oliveira-brava, está completo o quadro de diversidade genética que caracteriza o Baixo Sabor.

Pelo lado da fauna, este ecossistema faz as delícias dos investigadores: águias-de-bonelli, águias-reais, abutres-do-egipto e cegonhas-pretas, mas também lobos, toupeiras-d’água, lontras, gatos-bravos e corços. Não surpreende, por isso, que duas centenas de investigadores tenham subscrito um manifesto público em que defendem a manutenção desta área livre de barragens.

A existência de gravuras rupestres no Baixo Sabor e marcas de ocupação durante a idade do Ferro reforçam a tese de quem se tem batido pela preservação do ecossistema tal como está.

“Aquilo que está em causa no Vale do Sabor é a preservação da história e património natural de Portugal e, de certa forma, do nosso planeta”, remata José Teixeira.

Plano nacional prevê dez novos aproveitamentos

Dez novas barragens, um investimento de dois mil milhões de euros e a criação de sete mil novos empregos: este poderia ser, numa fórmula simplificada, o conteúdo do Plano Nacional de Barragens (PNB) apresentado em Março passado pelo Governo. O horizonte de realização é de sete anos.

O plano prevê dois picos de investimento. O primeiro, a concretizar já no segundo semestre de 2009, permitirá criar quatro mil postos de trabalho. O segundo pico deverá ocorrer entre 2010 e 2011, traduzindo-se em mais 2800 postos de trabalho.

Em termos económicos, o interesse das diferentes barragens é muito variável. Na opinião de Pedro Serra, presidente das Águas de Portugal, o projecto mais atractivo para os investidores será o de Foz Tua. Nas declarações que fez ao PÚBLICO, os projectos do Pinhosão, Girabolhos, Alvito e Almourol são considerados pouco interessantes.

O caso específico do Baixo Sabor divide opiniões. Em Agosto do ano passado, o primeiro-ministro referiu-se-lhe como “a decisão política mais simbólica” da aposta nas energias renováveis e um “projecto verdadeiramente estratégico para o país”. Os ambientalistas da Plataforma Sabor Livre falam dos impactes ambientais irreversíveis e da irrelevância do contributo da barragem do Sabor para o total de potência hidroeléctrica prevista no PNB.

O tempo de execução dos diversos projectos também não é linear. Pedro Serra considera que não existe, neste momento, mercado para ter as dez novas barragens a funcionar. Ou seja, o prazo de realização será forçosamente mais dilatado.

30.06.2008 - 07h11 Carlos Pessoa
Fonte: Esfera - Público

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Espaço Internet adaptado a cidadãos com necessidades especiais

Os cidadãos com necessidades especiais a residir em Mogadouro têm ao seu dispor novos instrumentos com capacidade para dar resposta a situações do seu dia a dia. Desta forma foi inaugurado um novo espaço Internet com 12 computadores, sendo alguns deles adaptados para invisuais e pessoas com problemas de mobilidade. O investimento rondou os 120 mil euros.

Desde a sua entrada funcionamento, há cerca de dois meses, o espaço Internet já obteve 15.679 registos, o que dá uma média de 871 utilizadores por semana. “É muito útil ter este tipo de equipamento adaptado as pessoas como eu, que sou deficiente invisual, mas igualmente no entanto há outras pessoas como o mesmo problemas, que assim podem trabalhar e comunicar com pessoas ditas normais, “ observou à RBA, Manuel Frade de 42 anos de idade, professor invisual. A autarquia de Mogadouro, a responsável pelo espaço já disse que os três monitores que ali prestam serviço terão atenção aos comportamentos dos utilizadores mais novos de forma a não entrarem em sites com conteúdos duvidosos.

Visto em: RBA

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Apesar de tudo, é Primavera

Este é o aspecto dos campos em Mogadouro. A fotografia foi tirada do castelo, no dia 22 de Maio.

sábado, 24 de maio de 2008

Mogadouro

Mogadouro: à espera da procissão do Corpo de Deus.
22-05-2008

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Prometida estrada do Rato de Cabrera

Os presidentes dos municípios de Mogadouro e Vimioso mostram-se “mais confiantes” em relação ao futuro da EN-219 que liga Mogadouro a Bragança, com passagem por Vimioso e consequente ligação ao IP4. No entanto Morais Machado, presidente da Câmara de Mogadouro, garante que nunca percebeu o porque das obras de beneficiação de EN-219 no troco que liga Vimioso a Mogadouro terem parado em Algoso.

“Agora aquele lanço de via com cerca de 20 quilómetros que separa Mogadouro de Algoso, já foi defendido como prioritário pelo secretário de Estado das Obras Publicas no contexto das acessibilidades internas do distrito de Bragança,” frisou o autarca. Por seu lado José Rodrigues, autarca de Vimioso, garante mesmo que, o problema do rato de Cabrera está ultrapassado, uma situação que afectou os estudos da ligação de Vimioso ao IP4, com passagem por Outeiro, por ali alegadamente existir uma colónia de um rato tão importante. “ Os técnicos da empresa Estradas de Portugal virão ao local na próxima semana, para fazerem alguns levantamentos, para que na eventualidade se possa dar andamento ao Estuda de Impacto Ambiental,” disse o edil. Para já a hipótese mais provável para um novo traçado Vimioso / Outeiro é que passe junto a Pinelo, sendo esta a melhor solução, não só do ponto de vista económico, mas a que melhor servirá, não só o concelho de Vimioso, mas também os concelhos de Miranda do Douro, Freixo de Espada à Cinta e Mogadouro. De recordar que a EN-219 é um corredor importante para o transporte de doentes que saem dos Serviços de Atendimento Permanente, ainda em funcionamento nos concelhos servidos por aquela via com destino ao Hospital de Bragança.

Fonte: RBA

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Chegaram os cogumelos de Primavera

Pantorra é a espécie mais apetecida nesta época do ano, mas difícil de encontrar

A época de Outono não é a única estação do ano rica em cogumelos silvestres. Os meses de Abril e Maio são ideias para procurar estes fungos, únicos do ponto de vista gastronómico e medicinal.

Nesta época, no Planalto Mirandês e no Vale do Sabor nascem e crescem as Pantorras (Morchella Esculenta) que para alguns especialistas são considerados um dos três melhores cogumelos que se conhecem, só superados pela Trufa.
A Pantorra é muito apreciada em várias regiões do País e a restauração começa a incluir este fungo nos seus cardápios, já que liga bem com pratos de carne ou peixe. O petisco pode mesmo ser saboreado sem qualquer outro acompanhamento.
A forma do seu chapéu faz lembrar favos de mel. Com uma cor castanha e pé branco, estes cogumelos podem ser encontrados em zona húmidas próximas dos cursos de água, junto a eucaliptos ou outras árvores em sítios ricos em húmus.
Segundo Eliseu Amaro, chefe de cozinha e apreciador de cogumelos, “a Pantorra tem um sabor intenso pelo que pode ser incluída na chamada cozinha de elite, porque o seu paladar fica retido na memória gustativa durante algum tempo”.

Quem procura Pantorras certamente não será para vender

Na região trasmontana este cogumelo ainda se encontra com alguma facilidade, mas é preciso conhecer bem os locais onde se desenvolve. Quem procura Pantorras certamente não será para vender, dado tratar-se de “um autêntico manjar dos Deuses”.
Quando colocados frescos no mercado, cada quilo (que poderá corresponder de 40 a 50 fungos) pode rondar os 100 euros, mas há quem pague mais só para apreciar esta iguaria. “A sua ‘carne’ branca e a consistência esponjosa apresenta um sabor suave, sendo de alta qualidade”, explica o cozinheiro.
Por isso, todos os anos, por altura da Primavera, as pessoas partem à descoberta destes fungos, em que a humidade dos solos e o calor são factor determinante no seu aparecimento.
“Este ano não está correr bem. Se já as Pantorras são raras, com a falta de chuva é preciso procurar bem e revirar com cuidado os locais que no passado foram bons na apanha”, alega Eliseu Amaro.
Apesar da procura de cogumelos com um objectivo comercial, quem procura um fungo deste tipo fá-lo por gosto.
"O prazer de encontrar duas ou três Pantorras deixa entusiasmados os apreciadores” garante o profissional.

Por: Francisco Pinto
Visto em: Jornal Nordeste

sábado, 5 de abril de 2008

Homem encontrado carbonizado

Foi encontrado um corpo carbonizado junto da ponte de Remontes, no rio Sabor. O corpo encontrado é de um empresário, na casa dos 60 anos, residente em Mogadouro. Tinha sido dado um alerta às autoridades, esta quinta-feira, depois do jantar, no entanto o homem acabou pr ser encontrado sem vida, sexta-feira de madrugada, por um familiar.

Para já, está afastada a hipótese de homicídio, mas ainda se desconhecem as causas desta morte. O caso já está nas mãos da Polícia Judiciária.

Visto em: RBA

segunda-feira, 31 de março de 2008

UTAD investiga em Mogadouro

O município de Mogadouro e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) assinaram um protocolo com vista ao desenvolvimento de um projecto de investigação na área dos recursos naturais e semi- naturais. Ao mesmo tempo os técnicos das UTAD analisaram os ciclos agro-ecológicos do pão, dos enchidos, do azeite, do vinho, da carne e do leite.

O levantamento geológico da região será outro dos trabalhos a efectuar pelos técnicos universitários. No final do trabalho que tem uma duração prevista de 14 meses serão elaborados sete documentários com a duração de 30 minutos cada um, com os conteúdos dos ciclos agro-ecológicos bem como um guia de campo dos recursos naturais. Todo o material recolhido será depois colocados à disposição dos interessados no futuro Centro Interpretativo de Mogadouro, a instalar no antigo edifício do Banco Pinto e Souto Mayor, que a autarquia adquiriu para o efeito e localizado em pleno centro urbano da vila. Todo o levantamento está orçado em cerca de 51 mil euros.

Visto em: RBA

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

70 pessoas reúnem-se todas as terças-feiras para praticarem danças de salão

As terças-feiras à noite começam a ter um gosto especial para os cerca de 70 praticantes de dança de salão que, actualmente, dão asas à sua criatividade na Escola de Dança de Mogadouro.

Recorde-se que esta iniciativa resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Mogadouro (CMM) e escola PED – Populum Danças de Salão, com sede em Braga, sendo que a autarquia suporta cerca de 50 por cento dos custos.

Quando a música arranca, os pares começam a formar-se e todos se concentram num ritmo que é compassado pelos gestos do monitor que orienta o ensaio.
Em Mogadouro, o gosto pelas danças de salão começou há cerca de dois anos pela mão de um grupo de duas dezenas de pessoas e com um “empurrão” da CMM que arranjou o professor.

“Estamos a tentar não aceitar mais pessoas, porque o espaço começa a ser pequeno. No entanto, já há a promessa por parte do município em ceder um espaço maior na futura Casa das Artes”, explicou uma das mentora da iniciativa, Zita França.

Concelhos vizinhos já manifestaram vontade de integrarem a Escola de Dança de Mogadouro

Actualmente, já há pessoas de concelhos vizinhos, como Miranda do Douro e Vimioso, que demonstraram vontade em se juntar ao grupo de dança. “Há bastantes pessoas com vontade de dançar de forma social, sendo que as senhoras procuram mais as danças de salão como forma de ocupar os tempos livres, enquanto que os homens ainda demonstram alguma resistência por pensarem que isto é coisa de mulheres”, salientou Zita França.

Os praticantes deste tipo de dança orgulham-se de fazerem parte de uma das maiores escolas de dança de salão da Europa, virada para o aspecto social e de diversão.

No entanto, algumas pessoas não descartam a ideia de um dia participarem num campeonato de danças de salão, vestidos a rigor, ao som de um qualquer ritmo musical.

Recorde-se que as danças de salão são praticadas por vários escalões etários, sendo que, em Mogadouro, as idades dos alunos vão dos 10 aos 75 anos.

Francisco Pinto, Jornal Nordeste, 2008-02-26
Visto em : Diário de Trás-os-Montes

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Ministério da Justiça oferece casas

As casas dos magistrados, em plena malha urbana da vila de Mogadouro, vão passar para a alçada do Câmara para, nos dois imóveis, ser instalado o novo Arquivo Municipal.

" Há já cinco anos que a Autarquia lutava pela aquisição dos imóveis, com a finalidade de adaptá-las de forma a ali colocar o acervo municipal do concelho", disse Morais Machado, presidente da Câmara de Mogadouro.

Recorde-se que os arquivos municipais já foram, por duas vezes, pasto da chamas, em 1885 e 1927, mas agora, diz o autarca, "não se pode correr esse risco".

Actualmente, o arquivo municipal está instalado no edifício da Câmara, mas "em condições muito precárias". "O Executivo entende que um edifício construído de raiz seria muito dispendioso e nem a autarquia teria disponibilidade financeira para o efeito. Assim, como os edifícios estão em terrenos municipais, chegou-se a acordo com o Ministério da Justiça, para o seu aproveitamento", explicou o autarca.

As casas do magistrados foram avaliadas em cerca de 185 mil euros, mas uma vez que foram dadas graciosamento pelo Estado, o Executivo decidiu reverter essa verba para obras de conservação no Palácio da Justiça ao longo dos próximos 10 anos.

Francisco Pinto in JN, 2008-02-16
Visto em: Diário de Trás-dos-Montes

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Rio Sabor - Incoerência de discurso!


Quando procurava alguma informação sobre Mogadouro, na Internet, deparei-me com o seguinte texto:

Rio Sabor

É considerado como o último dos “rios selvagens” de Portugal. O Vale do Rio Sabor é um espaço natural valioso, de Portugal e do conjunto da Península Ibérica, classificado na Rede Natura 2000. Possui uma área declarada como zona de especial de protecção das aves Zepa.

O Sabor possui um valor ecológico único e insubstituível. Nesta área existe uma vegetação de características ímpares, onde se destacam, as particulares comunidades associadas ao leito das cheias. No Vale do Sabor, surgem também os mais extensos e bem conservados azinhais e sobreirais de Trás-os-Montes, e a presença de substratos calcários e ultrabásicos permite a ocorrência de um elevado número de endemismos.

Pensei estar na página da Plataforma Sabor Livre, mas o meu espanto surgiu quando verifiquei que a página é da AMDS - Associação de Municípios do Douro Superior!
Esta visão do Rio não é a que tenho visto defender pelos autarca que integram esta Associação! Então em que ficamos?
"O Sabor possui um valor ecológico único e insubstituível", ou depende do preço?

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

"HelpPhone" para idosos de Mogadouro

A câmara de Mogadouro vai disponibilizar aos idosos carenciados e mais isolados do concelho um sistema de alerta denominado por “HelpPhone”. Trata-se de uma pulseira que permite aos idosos accionarem uma central que pode desencadeia uma ajuda, em caso de necessidade.

A autarquia está a fazer um levantamento dos idosos a quem vai ser entregue no imediato este equipamento. O “HelpPhone” pode ser uma grande ajuda num concelho envelhecido e com forte dispersão na área rural. A RBA sabe que para além de Mogadouro há outros municípios do distrito de Bragança que estão interessados em aderir a este sistema.

Visto em: RBA

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Agrupamento une municípios transmontanos e espanhóis

Mogadouro, Miranda do Douro, Freixo de Espada à Cinta, Moncorvo e Foz Côa associaram-se a alguns municípios da área de Salamanca, em Espanha e criaram o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial.

Um organismos que vai tentar aproveitar os fundos do Quadro de Referencia Estratégica Nacional (QREN) para captar investimentos em áreas como o turismo ou as acessibilidades. Nesta parceria, que vai poder aceder a verbas significativas do QREN, também vão poder aceder projectos dinamizados por juntas de freguesia.

Visto em: RBA

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Urgência Básica de Mogadouro em obras

Começaram ontem as obras para a instalação do Serviço de Urgência Básica no Centro de Saúde de Mogadouro. A valência deverá abrir as portas em Março. Esta unidade surge associada à reorganização dos serviços de urgência no distrito. A unidade de Mogadouro vai servir Freixo de Espada à Cinta, Vimioso e Miranda do Douro.

As obras de adaptação do antigo Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Mogadouro para Serviço de Urgência Básico (SUB) arrancaram ontem. A empreitada deverá estar concluída daqui a mês e meio, prevendo-se que o SUB de Mogadouro comece a funcionar em Março, servindo, além do concelho de Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta, Vimioso e Miranda do Douro. O novo serviço terá de ter dois consultórios, porque estão previstos dois médicos e dois enfermeiros em cada equipa, triagem de Manchester e outros requisitos exigidos para o funcionamento do SUB, como sejam mais espaços de observação de doentes e para equipamentos auxiliares ao diagnóstico. "Não será preciso uma intervenção alargada por ser um edifício recente", observou Berta Nunes, coordenadora da Sub-região de Saúde de Bragança. No entanto, vão ser contratados mais médicos, ou será feito o recurso a profissionais de centros de saúde maiores, para assegurar o serviço em permanência no SUB. Mas, pelo menos das 9 às 16 horas de todos os sdias, estão já garantidas duas equipas clínicas, explicou a coordenadora da Sub-região de Saúde Bragança. "A orientação para o SUB será feita pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) que decidirá para onde enviar os doentes conforme a sua situação clínica. No entanto, se o doente preferir por sua iniciativa deslocar-se ao SUB de Mogadouro, poderá fazê-lo, mas há situações que só o CODU pode decidir," disse Berta Nunes. Caso haja falta de médicos para assegurar o bom funcionamento do SUB, o município de Mogadouro já se mostrou disponível para dialogar com a tutela para ajudar a criar condições para a fixação de médicos.

Visteo em: RBA

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Mãe de jovem desaparecido critica autoridades

A mãe de um jovem desaparecido em Mogadouro acusa as autoridades policiais de não estarem a fazer nada para encontrar o filho. A senhora fala ainda em falta de informações e relaciona o desaparecimento com possiveis maus-tratos. O rapaz de 26 anos desapareceu em Outubro e desde essa altura que não dá notícias. A Policia Judicíária confessa que não há resultados práticos das investigações feitas.

A Policia Judiciária (PJ) continua a investigar o “ misterioso” desaparecimento de um Jovem de 26 anos residente em Mogadouro, apesar de “haver já linhas de investigação ainda não há nada em concreto” que possa ajudar a encontrar o paradeiro do rapaz. No entanto a tese de sequestro é uma hipótese que não foi descartada pela PJ, como a RBA havia avançado. De recordar que Mário Rui Sousa Lemos saiu de casa no passado dia 10 de Outubro ao volante de um Renault 5 de cor vermelha com destino ao que tudo indica, a vizinha vila de Torre de Moncorvo (lugar onde terá sido visto pela ultima vez) com intenção de fazer negócio para a aquisição de uma viatura comercial usada, como garantem os seus familiares. Uma das linhas de investigação passa pelo contacto das autoridades com o suposto indivíduo com quem Mário Rui iria fazer o referido negócio. Ao que a RBA apurou junto de fonte ligada à investigação, “ o individuo com quem o rapaz supostamente iria fazer negócio ainda não foi identificado ou localizado pelos autoridades que têm em mãos as investigações relacionadas com o caso.” “ Eu bem queria ter notícias do paradeiro do meu filho, tenho visto a investigação muito parada, parece que não vejo ninguém mexer-se,” disse com ar consternado Maria Lemos, mãe de Mário Rui. A progenitora é da opinião que “já passou muito tempo e não há notícias, parece que de dia para dia as coisas tornam-se muito complicadas e tenho receio que algo de grave tenha acontecido.”“ Agora nem a conta bancária posso consultar a não ser por vias legais, até perece que sou uma pessoa estranha no meio desta situação,” desabafa Maria Lemos. Maria Lemos diz que não era a primeira vez que o seu filho se deslocava para trabalhar fora do país mas mantinha-se em contacto, as pessoas com quem ele se fazia acompanhar eram de confiança, dava noticias e trazia o dinheiro para casa. Face à situação, os familiares de Mário Rui argumentam “ somos pessoas de fracas posses financeiras, senão já tínhamos iniciado um investigação por conta própria.”

Visto em: RBA

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Misericórdia tem nova Provedoria

João Henriques eleito -Misericórdia tem nova Provedoria
A construção de uma creche no antigo Centro de Saúde de Mogadouro, a entrada em funcionamento da Unidade de Cuidados Continuados (UCC) e a reestruturação do lar da terceira idade são três desafios para a nova Mesa administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro (SCMM), que ontem tomou posse, sendo encabeçada pelo recém-eleito provedor, João Henriques.
A nova creche tem capacidade para 46 crianças (equipamento já aprovado pelo programa PARES), a UCC já está concluída mas tem de ser posta em funcionamento ( já que está a gerar despesas à Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro por falta de autorizações do Governo para a abertura) - e tem capacidade para cerca de 40 doentes que necessitam de internamento prolongado. Outro projecto do nova provedoria passa pela melhoria das condições de vida aos mais desfavorecidos e à população sénior que está dependente da instituição. A melhoria da qualidade do atendimento é um factor a ter em conta. " À medida que o número de idosos vai aumentando no concelho, também se requer uma resposta mais eficaz de instituições como a Santa Casa," disse, ao JN, o novo provedor.

Sublinhe-se que da Misericórdia do Mogadouro dependem cerca de 400 utentes e uma centena de funcionários, situação que faz com que a instituição seja uma das mais importantes, do ponto de vista social, na região.

" Mais que uma revolução que tem de se fazer no seio da SCMM, é preciso fazer uma evolução. Com um trabalho sereno, poderemos evoluir para novos desafios que vão sendo colocados," frisou João Henriques. No entanto, o novo provedor garante que a instituição terá de ser gerida com "espírito empresarial", de forma a haver capacidade financeira para a sua gestão.

Francisco Pinto in JN, 2008-01-03
Visto em: Diário de Trás-os-Montes

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Pelourinho de Mogadouro


O pelourinho de Mogadouro é um marco jurisdicional quinhentista, de base quadrangular, muito rústica, assente sobre um soco também quadrangular de três degraus. O fuste é oitavado e formado por quatro blocos desiguais. A meio tem sinais de ter possuído uma argola. O capitel é constituído por um disco achatado de onde irradia uma cruz grega. O remate é piramidal de formato cónico.
Acesso: Nas imediações do castelo de Mogadouro.
Protecção: Imóvel de Interesse Público, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933, ZEP, DG 29 de 4 Fevereiro 1966.
Pelourinho assente em plinto quadrangular em degraus, sobre o qual se ergue um fuste oitavo com anel de ferro e uma argola pendente. O monumento ergue-se na rua que corre na base sul da estrutura Castelar, em frente à antiga casa dos Távoras.

Fonte: Bragancanet.pt e IPA
Fotografia: Aníbal Gonçalves

sábado, 29 de dezembro de 2007

Mogadouro - Arrancou a recuperação do castelo medieval da vila


Arrancaram as obras de recuperação do castelo medieval da vila de Mogadouro. A iniciativa cabe ao Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico/Direcção Regional de Cultura do Norte (IGESPAR/DRCN) e visa a consolidação das estruturas defensivas e inclui a reabilitação da torre de menagem, criação de infra-estruturas eléctricas (iluminação do monumento), regularização de traçados e uniformização do coberto vegetal.

Numa fase da empreitada proceder-se-á a um arranjo dos espaços exteriores, acompanhada por escavações arqueológicas. Ao que foi possível apurar junto do IGESPAR/DRCN, o que resta do pano de muralhas da antiga fortaleza está em fase de estudo para uma regularização de cotas que permitirá clarificar a sua leitura. Na torre de menagem, as obras passam pelo tratamento da cobertura, panos exteriores de paredes, e uma intervenção ao nível das escadarias, janelas e caixilhos em madeira.

Este projecto de recuperação contempla ainda a instalação de sinalética que permita uma leitura facilitada dos diversos espaços e das suas relações. Esta intervenção pretende contribuir para a uma melhoria das condições de fruição do castelo e zona envolvente, quer enquanto espaço de bem-estar, quer como repositório de memórias. O valor previsto das obras rondará os 150 mil euros.

A zona histórica da vila de Mogadouro "é uma prioridade", com esta beneficiação pode traduzir-se na reconstrução da memória colectiva de um povo, explorando um pouco da história do país desde os alvores da nacionalidade.

O castelo templário de Penas Roías, situado na aldeia com o mesmo nome, vai igualmente sofrer uma intervenção que vai permitir a construção de acessos à velha fortaleza, para assim permitir a passagem dos turistas e estudiosos que visitam o monumento.

Francisco Pinto in JN, 2007-12-28
Visto em: Diário de Trás-os-montes
Fotografias: Aníbal Gonçalves