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sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Vale da Madre


Um pastor (e um caçador) em Vale da Madre, Mogadouro.
23-12-2007

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Serra de Figueira


Do alto da Serra de Figueira é possível ver muitos quilómetros em redor. Neste dia o nevoeiro espalhava-se em vários locais e este era o aspecto olhando em direcção a Bruçó.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Penas Roias - Castelo


O castelo de Penas Roias tem duas fases distintas de ocupação. A primeira é da Pré-História recente, provavelmente Calcolítico e/ou Idade do Bronze. A segunda fase é a do castelo medieval, fundado em 1166 pelos templários. O local é um cabeço rochoso, que faz o término de uma crista quartzítica, tendo uma excelente posição estratégica e boas condições de defesa natural. É um cabeço destacado na paisagem, com falésias por todos os lados, sendo os lados Norte e Oeste quase inacessíveis. O acesso natural faz-se pelo lado Sudeste, virado para a aldeia. Na vertente do lado Sudoeste fica o abrigo com pinturas da Fraga da Letra, sobranceiro ao habitat do Valado, o qual deverá ser a continuação da ocupação pré-histórica no topo do morro do Castelo. O topo do cabeço é uma grande plataforma aplanada, subdividida em diversas outras plataformas entre rochedos. O ponto mais elevado localiza-se sobre o acesso a Leste, e é um grande rochedo, em cima do qual se ergueu a torre de menagem do castelo. Esta é quadrada, com 3 andares, com janelas de frestas, e a porta no 1º andar, virada a Norte, hoje em dia não acessível. À semelhança das restantes estruturas do castelo, a torre de menagem está em mau estado de conservação, sem telhado e com o topo a ruír. Da muralha do castelo quase nada resta. Algum alicerces e talude pelos lados Norte, Oeste e Sul. Apenas a Sudeste, sobre o acesso, resta ainda um pano visível da muralha, quase arruinado, entre dois torreões, um deles quadrado só com uma parede, a ameaçar ruína eminente, e o outro circular, de base troncocónica, também a caminhar para a ruína. No desenho de Duarte d'Armas é bem visível uma segunda linha de muralha abaixo da primeira, de que não restam vestígios. Os materiais de época medieval e moderna são abundantes, sobretudo telhas de meia cana, com as cerâmicas comuns a serem bastante mais raras. Os materiais pré-históricos aparecem um pouco por toda a área, mas são particularmente abundantes nas zonas de escorrimento de águas no acesso do lado Leste, junto à torre de menagem. Muitas das plataformas ao longo do topo do cabeço parecem ter boa potência estratigráfica, e é possível que os níveis de ocupação pré-histórica se mantenham ainda bem conservados, provavelmente melhor que os vestígios de época medieval. Pelas características do cabeço, é plausível que na Pré-História fosse um povoado fortificado, ainda que disso não sejam visíveis quaisquer indícios, tendo sequência de ocupação no sopé Sudoeste, na zona do Valado, estando ainda por se determinar qual a relação entre o povoado e o abrigo com pinturas da Fraga da Letra.
Fonte: IPA

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Pelourinho de Mogadouro


O pelourinho de Mogadouro é um marco jurisdicional quinhentista, de base quadrangular, muito rústica, assente sobre um soco também quadrangular de três degraus. O fuste é oitavado e formado por quatro blocos desiguais. A meio tem sinais de ter possuído uma argola. O capitel é constituído por um disco achatado de onde irradia uma cruz grega. O remate é piramidal de formato cónico.
Acesso: Nas imediações do castelo de Mogadouro.
Protecção: Imóvel de Interesse Público, Dec. nº 23 122, DG 231 de 11 Outubro 1933, ZEP, DG 29 de 4 Fevereiro 1966.
Pelourinho assente em plinto quadrangular em degraus, sobre o qual se ergue um fuste oitavo com anel de ferro e uma argola pendente. O monumento ergue-se na rua que corre na base sul da estrutura Castelar, em frente à antiga casa dos Távoras.

Fonte: Bragancanet.pt e IPA
Fotografia: Aníbal Gonçalves

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Viduedo

Quando optei por colocar esta fotografia na Internet, procurei alguma informação sobre Viduedo. Pouco mais consegui saber do que se trata de um lugar pertencente à freguesia do Azinhoso, no concelho de Mogadouro. Na manhã em que visitei Viduedo estava frio, muito frio. Fica prometido um regresso, para que esta pequena localidade conquiste também um lugar honrado no espaço virtual.

domingo, 30 de dezembro de 2007

Igreja de Santa Maria de Azinhoso


Igreja românica composta por nave e capela-mor. Esta estrutura arquitectónica está classificada como Imóvel de Interesse Público. Os elementos que merecem maior destaque são a sua fachada frontal com um portal constituído por arquivoltas ligeiramente quebradas, e as portas laterais orientadas no sentido norte e sul. Os elementos decorativos adquirem maior riqueza na porta sul, composta por um conjunto de três arquivoltas ornadas por uma plástica marcadamente românica. De salientar a cachorrada da nave do edifício, onde desfila um conjunto de representações com grande variedade temática. Junto à igreja ainda se detectam alguns elementos que integravam as ruínas da alegada residência do arcebispo de Braga. Em articulação com este templo estão algumas sepulturas rupestres, actualmente soterradas, mas que integram uma necrópole detectada aquando de obras e terraplanagens efectuadas no largo confinante com o canto noroeste do templo (Lemos: 1993: IIa, p. 273, nº 351).
Fonte: IPA

sábado, 29 de dezembro de 2007

É manhã, no Planalto


Quando os primeiros raios de sol tocam as gotas de orvalho ou os cristais da geada, milhares de reflexos espalham uma luz mágica. Ao longe, na linha do horizonte, está Mogadouro.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Brunhoso

Muito próximo do nascer do sol, a caminho do Rio Sabor, na freguesia de Brunhoso, a visão era magnífica. Fotografia tirada no dia 21 de Dezmbro de 2007.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

do alto da Serra de Nogueira

Esta era a paisagem que se podia admirar quase do alto da Serra de Nogueira, a mais de 900 metros de altitude, num dia frio de Inverno.

domingo, 9 de dezembro de 2007

em Figueira


A primeira vez que fui a Figueira, bem próxima de Mogadouro foi em 2007. Como habitualmente não esqueci a máquina fotográfica e fiz alguns registos rápidos. Procurava uma forma de subir ao alto da Serra de Figueira. Enganei-me no caminho, tive que voltar a Zava.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Na fronteira dos territórios de Mogadouro

Os olhos não enganam... à medida que nos aproximamos do território de Mogadouro, a paisagem muda de cor, recebendo-nos com todo o seu esplendor.
A fotografia foi tirada no dia 7 de Outubro, perto de Lagoaça, poucos metros antes de entrarmos no concelho de Mogadouro.